Conceito proposto pelo economista Bryan Caplan, já abordado pela psicologia, sobre a elevada irracionalidade do comportamento humano na orientação das ações, ao contrário daquilo que é proposto nas diferentes áreas - a razão orienta as ações.
As crenças e os comportamentos são irracionais mas têm uma lógica pois não obedecem à razão óbvia mas a outras formas de racionalidade.
Ao longo da história, os seres humanos transformam as suas crenças em argumentos, por vezes, contra todas as evidências, segundo a irracionalidade racional.
registar as empresas e entidades equiparadas no ato da sua constituição;
promover o licenciamento das atividades económicas;
apoiar as políticas do Governo de incentivos às atividades económicas.
Em termos de análise estatística, possibilita:
classificar e agrupar as unidades estatísticas produtoras de bens e serviços (com ou sem fins lucrativos), segundo a atividade económica;
organizar de forma coordenada e coerente, a informação estatística económico-social, por ramo de atividade económica, segundo vários domínios (produção, emprego, energia, investimentos, entre outros;
comparar estatísticas a nível nacional, comunitário e mundial
Ler mais: INE (Instituto Nacional de Estatística) como entidade que publica os códigos CAE utilizados nas atividades económicas.
Projeto de cooperação regional (ou acordo regional económico) com a liderança dos EUA e 14 parceiros asiáticos realizado em 23/05/2022 e representa 40% do PIB mundial, com a entrada tardia de Fiji, a primeira ilha do Pacífico Sul a aderir e um convite aberto para outros países aderirem a qualquer momento.
Como forma de combater a China na região, é uma estrutura liderada pelos EUA.
No seguimento da retirada dos EUA no acordo comercial unilaterial da Trans-Pacific Partnership(TPP) ou Acordo de Parceria Trans-Pacífico, em janeiro/2017, contudo os restantes países negociaram um novo acordo comercial - Comprehensive and Progressive Agreement for Trans-Pacific Partnership (CPTPP, Parceria Transpacífica Agrangente e Progressiva, um dos maiores acordos comerciais multilaterais do mundo, tendo a China pedido para aderir) em 2018.
Objetivos
promover o comércio e o investimento;
reforçar a resiliência das cadeias de abastecimento.
Pilares
economia conectada - padrões e regras mais elevados para o comércio digital como fluxos de dados transfronteiriços
economia flexível - cadeias de abastecimento resilientes para resistir a quebras inesperadas como a pandemia
economia limpa - compromissos e projetos de energia verde
economia justa - implementar o comércio justo com regras de anticorrupção e tributação eficaz
Estamos preocupados com a nossa privacidade online e com o nosso bem-estar, com a necessidade premente de impedir a crise ambiental, com situações que podemos controlar e outras que nem tanto.
Explora como a instabilidade e a ruptura têm um profundo impacto na cultura e nas tendências emergentes.
O comportamento impulsionado pelo medo, do extremo (e paranóico) para o mais justificado, está a criar novas oportunidades de mercado como os consumidores buscam maneiras de auto-acalmar e navegar a tempestade.
O conceito de CRESCIMENTO ECONÓMICO traduz o aumento continuado da produção de bens e serviços de uma economia, num determinado período de tempo, normalmente um ano.
Na quantificação do crescimento económico de uma economia, utiliza-se o PIB e a taxa de variação média anual do PIB.
GDP (Gross Domestic Product) ou PIB (Produto Interno Bruto)
É uma medida monetária do valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos num período de tempo, normalmente, num ano.
Estes valores são calculados em termos reais, ou seja, a preços constantes, para que se possa conhecer o aumento da quantidade produzida, retirando-se desta forma a evolução dos preços dos bens e serviços ao longo do tempo, o que iria alterar a informação que se pretendia recolher.
Se o PIB aumentar e a economia no seu todo aumentar igualmente o seu rendimento não significa que os benefícios do crescimento sejam distribuídos por toda a população de forma equitativa.
O PIB (nominal) per capita não reflete as diferenças no custo de vida e nas taxas de inflação dos países; portanto, usar uma base do PIB per capita na paridade do poder de compra (PPC) é sem dúvida mais útil quando se compara as diferenças nos padrões de vida entre as nações.
O PIB mundial registou sempre valores crescentes entre 2000 e 2013, com exceção do período de 2008/2009, como reflexo da crise mundial. A partir de 2014, estima-se que o PIB mundial continue a apresentar uma tendência de crescimento, embora mais acentuada nos países desenvolvidos do que nos países em desenvolvimento.
Os conceitos de CRESCIMENTO ECONÓMICO e de DESENVOLVIMENTO são frequentemente utilizados como sinónimos. No entanto, estes dois conceitos traduzem situações muito distintas. O conceito de desenvolvimento traduz a capacidade de uma sociedade satisfazer as necessidades da sua população e de lhe permitir alcançar um nível de bem-estar adequado.
O conceito de crescimento económico baseia-se numa análise essencialmente quantitativa, referindo-se ao aumento continuado de variáveis económicas como o PIB ou o Rendimento Nacional.
O conceito de DESENVOLVIMENTO ultrapassa o de crescimento económico, situando-se numa análise de ordem qualitativa e incidindo sobre o plano humano, de melhoria das condições de vida das populações.
Por exemplo, melhorias verificadas no acesso à saúde e à educação ou nas condições de habitação e alimentação.
O desenvolvimento é um processo em que se verifica que os benefícios do crescimento económico são distribuídos por toda a população. De facto, não basta que a capacidade produtiva aumente, é necessário que esse aumento se traduza numa melhoria da distribuição da riqueza criada, revertendo a favor de toda a população e não de uma minoria, os mais ricos.
Apesar de os conceitos de desenvolvimento e de crescimento económico serem distintos, encontram-se interligados, pois, para que as pessoas possam viver melhor, é necessário que a sociedade disponha de mais bens para distribuir.
O desenvolvimento é um fenómeno complexo e multifacetado, por isso é necessário utilizar um conjunto diversificado de indicadores, tanto de caráter quantitativo como de caráter qualitativo, de forma a abarcar o maior número possível de elementos que possam transmitir a complexidade da realidade em causa.
De facto, por si só, nenhum indicador é suficiente para conhecer a realidade, apenas nos mostra uma pequena parte do todo social.
Habitualmente, utilizam-se dois tipos de indicadores:
É o ambiente ou o mercado de trabalho que compreende:
os trabalhadores temporários e sem vínculo laboral (freelancers, independentes) e;
as empresas que contratam estes trabalhadores independentes, para serviços pontuais e isentos de regras como número de horas trabalhadas (o chamado “horário comercial”).
O termo não é novo mas é uma tendência mundial na era digital, impulsionado por empresas como Uber, Airbnb e Amazon — esta última, mais ainda depois de criar o programa de entregas Amazon Flex, que paga entre 18 e 25 dólares para que o courier (serviço de entregas rápidas) entregue os pacotes.
O trabalhador GIG ou "on demand" (nova nomenclatura da designada “economia de gratificação instantânea”). Trabalha e recebe, de acordo com a entrega; gere o seu tempo que estará diretamente ligado à sua capacidade de entrega, de desempenho, de competência e ao desejo ou motivação de gerar maiores ganhos financeiros.
Na Economia GIG, não apresenta qualquer tipo de benefício ou direito trabalhista pois terminado o "objeto do contrato", a relação chega ao fim.
Um estudo feito pelo JPMorgan Chase Institute revela que o número Gig Workers nos EUA cresceu 10 vezes desde 2012 e que 4% de adultos já trabalhou, pelo menos uma vez, nesse mercado. Um outro estudo, da Intuit Research, prevê que até 2020 a Economia GIG compreenderá 40% dos trabalhadores americanos. O texto Uber is just the tip of the iceberg: The gig economy isleveraging the human cloud (Uber é apenas a ponta do iceberg: a economia gig está a aproveitar a nuvem humana), recém-publicado na seção de finanças do Yahoo!, diz que a Gig Economy tem tudo a ver com flexibilidade: empregadores podem contratar trabalhadores, segundo procuras pontuais e em variados mercados e regiões, sem necessidade de ficarem confinados aos escritórios e cumprir horário fixo.
Quem inventou: Segundo o professor de Pós-Graduação e MBA em Marketing Digital da ESPM-SP, Ricardo Murer: "A Gig Economy não pode ser considerada uma invenção e deve ser entendida como uma confluência de fatores económicos, políticos e sociais. O termo ‘GIG’ aparece pela primeira vez numa peça de Jack Kerouac, de 1952, na qual ele narra um trabalho temporário realizado para ferrovia Southern Pacific, em San Jose, USA. É na década de 1950, também nos Estados Unidos, que a geração ‘beat’ vai aceitar qualquer tipo de trabalho parcial e sem vínculos como parte de uma experiência de vida. Portanto, a ideia não é nova.
Conseguem resolver o ENIGMA DO PIRATA? — Alex Gendler
É um bom dia para ser um pirata. Amaro e os seus quatro camaradas — Bart, Charlotte, Daniel e Eliza — encontraram ouro, um cofre com 100 moedas, que têm que o dividir, de acordo com o código dos piratas o qual é extremamente complicado. Qual é a distribuição de Amaro para garantir a sua sobrevivência? Alex Gendler mostra como é. Lição de Alex Gendler, animação de Artrake Studio. Um vídeo animado que mostra um “problema” que é aplicado na TEORIA DOS JOGOS. Vejam a lição completa em: http://ed.ted.com/lessons/can-you-solve-the-pirate-riddle-alex-gendler
Colin Camerer: Neurociência, teoria dos jogos, macacos http://bit.ly/310693Q Quando duas pessoas estão tentando fazer um acordo -- seja competindo ou cooperando -- o que realmente acontece no interior do cérebro delas? O economista comportamental Colin Camerer mostra uma pesquisa que revela quão pouco somos capazes de prever o que outros estão pensando. E ele apresenta um estudo inesperado que demonstra que os chimpanzés podem ser melhores nisso do que somos. (Filmado em TEDxCalTech.)
A gestão estratégica da experiência do consumidor deve incluir um conjunto de atividades de animação, entretenimento, lazer e cultura para criar experiências lúdicas, de aprendizagem, emocionais e sociais, proporcionando prazer ao consumidor.
A realização de atividades potencia o envolvimento do consumidor com a marca e a realização de mais compras. O consumidor procura animação e sedução nos locais que escolhe para fazer as suas compras, bem como novas sugestões de espaços de venda, que marcam a diferença pela forma como abastecem e correspondem às necessidades e expectativas dos consumidores. Se não houver animação no ponto de venda, ao fim de poucos minutos, o consumidor está desejoso de comprar o que precisa e abandonar o ponto de venda.
Para que isto não aconteça, o espaço comercial deve ser um local amigável, sereno, oportuno e necessário para o seu visitante. 1. NOÇÃO
Conjunto de ações/atividades que se realizam no ponto de venda para
2. IMPORTÂNCIA É importante criar ciclos de animação, tendo em conta os seus objetivos:
aumentar o volume de vendas;
criar novas razões de compra; e
atrair novos clientes ou fidelizar consumidores numa certa secção da loja.
Relaciona-se com as épocas do ano (Natal, férias, regresso às aulas, etc. …), com a participação dos fornecedores através de um financiamento parcial.
Os ciclos de animação podem ser realizados numa parceria com um produtor ou numa ação pontual do distribuidor → animação pontual, podendo:
➔ merchandising doprodutor - escolher para a base da sua promoção, a marca, uma gama de produtos ou um produto;
➔merchandising do distribuidor - desenvolver uma ação promocional do seu grupo ou cadeia de distribuição para promover a imagem de marca, a loja ou uma secção; o objetivo é mais vasto, interessa-lhe a venda de todos os produtos e não esta ou aquela marca. 3. TIPOS
Os espaços de venda podem ser animados de diversas formas, existe a animação temporária ou intermitente/pontual, que tem em conta as necessidades de desenvolver ou ativar as vendas de um ou vários produtos num determinado momento com o objetivo do seu escoamento ou da sua notoriedade. O ponto de venda deve criar acontecimentos mesmo quando estes não existem oficialmente no calendário. Os meios e animação pontual podem ser utilizados para: 1) aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo; 2) criar novas razões de compra, atrair novos clientes ou fidelizar consumidores uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade; 3) responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência. Este tipo de animação pode classificar-se em quatro tipos: meios físicos, meios psicológicos, meios de estímulo e meios pessoais.
Um outro tipo de animação, é a animação permanente, diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de venda atrativo para promover a visita e a fidelização do cliente.
4. OBJETIVOS
➢ Aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo, de um modo:
↳ intermitente - feiras, temáticas, aniversários, Natal, Páscoa, ... ↳ permanente - som, iluminação, sinalética, decoração, ... ➢ Criar novas razões de compra, atrair novos clientes (captar a atenção) ou fidelizar consumidores a uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade através de:
↳ suportes PLV (publicidade no local de venda); ↳ ILV (informação no local de venda), atividades culturais. Dar vida à loja/ponto de venda, trazer os consumidores à loja e dinamizar as vendas, quando o consumidor já se encontra na loja. ➢ Responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência.
5. TÉCNICAS
São utilizadas várias as técnicas para desenvolver ações de animação:
- as promoções; - a publicidade no local de venda; e - a animação (permanente e promocional) no local de venda. Quanto às técnicas a utilizar para implementar as formas de animação poder-se-ão utilizar todas quantas a imaginação permitir, nomeadamente decorações especiais em toda a loja ou só numa secção, a utilização de meios audiovisuais, a montagem de stands ou displays específicos, a organização de jogos, sorteios, concursos, degustações e provas, entre outras.
6. MEIOS ou COMPONENTES Para além das promoções e da publicidade, os meios de animação (permanente/ pontual) do ponto de venda podem classificar-se em quatro tipos:
(outra metodologia – 3 componentes de animação) Meios físicos: - ilhas - topos ou ilhotas de gôndolas - pilhas - cestos e expositores - stand-up's - balcões - stoppers - suportes (cabides, ...) - cartazes - carrinhos - displays - ... Meios psicológicos: - preços de choque - ofertas agrupadas - apresentação repetida em vários pontos da loja - quebras de rotina (zonas quentes e frias) - ciclos de animação (feiras, aniversários, ...) Meios de estímulo: - luz - cheiro - som (rock convida a ficar menos tempo; clássica/calma convida a ficar mais tempo) - temperatura - meios audiovisuais - criação de cenários, ambientes temáticos e personagens - mensagens áudio e vídeo - stands - ambiente higiénico. Meios humanos - pessoas: (vendedor, pessoal de APV, espetáculos, stand de demonstração/experimentação) - consciência de formação dos colaboradores por parte do retalhista; - menor rotatividade de funcionários, maior satisfação dos clientes; - menor variabilidade do serviço; - influência na qualidade percebida pelos clientes, aos níveis intangível (confiança, disponibilidade, segurança e empatia) e tangível (aparência e higiene); - para além das habilidades requeridas, capacidades físicas e cognitivas, importância de exigência da componente emocional, face ao contato com os clientes heterogéneos, tendo em conta o stress resultante dos conflitos interpessoais e inter-organizacionais. - grande fonte de informação, pois uma empresa orientada para a experiência do consumidor encara a inovação e a criatividade dos seus empregados como capital intelectual crítico para a organização.
7. ANIMAÇÃO PERMANENTE Diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo e passível de transmitir entusiasmo, promovendo sucessivamente visitas dos clientes e gerando a fidelização pela distinção.
7.1. Elementos
O merchandising é o responsável pelos atrativos e animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
O visual merchandising cria o impulso de compra para o cliente por meio de alguns instrumentos como o design, as instalações, o layout, os produtos, a música, a iluminação, as vitrinas ou montras, a sinalização, entre outros.
A animação permanente pressupõe a existência de um conjunto de condições diferenciadoras e caraterizadoras da atração do PDV - visual merchandising como:
Design - (arquitetura da loja) => apresentação/aspeto interna e externa como a comunicação, a decoração, o espaço, a localização, o serviço, o sortido, o atendimento, entre outros => «ingredientes» que fazem a diferença e que contribuem para a fidelização dos clientes (tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo para transmitir entusiasmo, promover sucessivamente visitas os clientes e gerar a fidelização pela distinção.
Ambiente - ou atmosfera da loja – estilo do ambiente.
Layout - (planeamento/organização) projeto da loja é o conjunto da distribuição dos equipamentos com os produtos, dos espaços internos (áreas de apoio, promocional e de circulação) e da iluminação, representado em planta, definindo a operacionalidade e funcionalidade da loja.
Produtos -
Instalações - equipamentos, balcões, mobiliários e suportes para os produtos expostos na loja; são também a operação e atuação da própria loja, como proposta comercial. Música (som) é um dos elementos da animação permanente do ponto de venda.
O merchandising (visual merchandising) é o responsável pela animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
A existência de música ambiente adequada pode contribuir para aumentar a permanência do consumidor no interior da loja e assim ter mais tempo para comprar, pois o consumidor deve sentir-se feliz e bem ambientado dentro do ponto de venda.
A distribuição do som deve ser equilibrada no espaço e minorar o efeito do ruído da loja. Normalmente, quando é utilizada a música de fundo, corre-se o risco de que esta não seja apropriada, quer para o tipo de cliente, quer para o momento, pelo que é necessária a preocupação de medir as reações habituais dos clientes a esta forma de animação.
A música ambiente aplica-se não apenas às áreas de vendas, mas também aos elevadores e “toilettes”. Deve ser escolhida, não ao gosto pessoal do lojista, mas sim dos consumidores. A opinião deles é importante. A opção deve recair pela música variada e deve-se ter em atenção o volume do som, pois muito alto, enerva.
Em alguns pontos de venda pequenos, e apesar do aspeto simpático da dimensão regional, a rádio local tem o inconveniente de fazer publicidade dos concorrentes e ter uma escolha musical que nem sempre se adapta ao ponto de venda.
A iluminação artificial representa cerca de 13,6% da eletricidade que consumimos em casa. Conhece algumas dicas para poupar energia com a iluminação.
1 Privilegia a iluminação natural
Sempre que possível, abre os estores e remove os obstáculos que interfiram com a entrada da luz. Deixa o sol iluminar a tua casa ou a tua sala de aula. A conta da eletricidade baixa e o teu espaço ganha uma nova cor.
2 Amplifica a luz no interior
Utiliza cores claras (preferencialmente branco) nos tetos e paredes pois são estas cores que melhor refletem a luz dando um melhor conforto visual aos espaços a iluminar.
3 Usa apenas os níveis de iluminação necessários
Desliga a iluminação dos espaços que não estão ocupados, e quando tens mais do que um interruptor para ligar a luz, liga apenas os estritamente necessários.
4 Escolhe soluções adequadas aos espaços
Tem em consideração o local onde vais instalar a iluminação (exemplo: espaço de lazer, trabalho/estudo, corredor) e, tendo em atenção as tuas necessidades: avalia se a conjugação entre o ponto de luz (lâmpada) e a luminária (estrutura onde o ponto de luz é incorporado) vai ao encontro do teu conforto visual e não provocam encandeamento.
5 Prefere os equipamentos com melhor classe energética
Para uma compra mais eficiente, deves observar a etiqueta e optar pelos equipamentos de iluminação que apresentar uma melhor classe energética. Na embalagem encontras ainda o tempo de vida da lâmpada. Já agora, sabes ler uma etiqueta energética? Se não sabes consulta o Manuel da Etiqueta Energética no site da ADENE (www.adene.pt)
6 Recorre a dispositivos de gestão e controlo da iluminação
Nos espaços em que a necessidade de iluminação é pontual, mas essencial por questões de segurança, podes recorrer ao uso de dispositivos de controlo para evitar consumo desnecessário. Podes optar por comandos por relógio, com horários ajustados, ou por célula fotoelétrica ou ainda a sensores de movimento/presença.
7 Regula a luz para níveis que necessites
Há sistemas de iluminação que permitem a regulação do fluxo luminoso da luminária por parte do utilizador (estes sistemas podem ser integrados com as lâmpadas LED). Esta tecnologia permite ajustar a luz para níveis de iluminação pretendidos, reduzindo assim os consumos de energia.
CONHECES O QUE TE ILUMINA?
Para que consigas uma maior poupança de energia, é importante que conheças o equipamento que te ilumina. Conhece as diferenças entre os vários tipos de lâmpadas.
Incandescentes
Devido ao seu elevado consumo de energia elétrica (baixa eficiência energética), estas lâmpadas foram descontinuadas em 2012, ou seja, já não se podem vender. Este tipo de lâmpadas tem em média um tempo de vida útil de 1 000 horas.
Halogéneo
Podes encontrá-las em corredores, halls ou como iluminação decorativa. Embora tenham um consumo inferior às Lâmpadas Incandescentes, têm um consumo eleva do face às tecnologias mais recentes, pelo que têm vindo a ser descontinuadas desde setembro de 2016. Este tipo de tecnologia tem uma eficiência reduzida porque emite muito calor.
Fluorescentes tubulares
São as mais utilizadas hoje em dia, podendo ser encontradas em open-spaces, centros comerciais, garagens, hallsde grandes edifícios, salas de aulas, corredores, cantinas, etc. Estas lâmpadas são caraterizadas por terem um reduzido consumo de energia (cerca de menos 70% a 80% do que as Lâmpadas Incandescentes) e por possuírem um tempo de vida de cerca de 8 a 10 vezes superior.
Fluorescentes Compactas
São vulgarmente denominadas por lâmpadas economizadoras por terem um consumo muito reduzido face às de incandescência, da ordem de 70% a 80%. Estas lâmpadas têm a particularidade de, após acionado o comando, demorarem alguns segundos até atingirem a sua luminosidade máxima.
LED
São neste momento as fontes de luz que consomem menos energia, podendo ser encontradas nos mais diversos locais e feitios. Os seus consumos são cerca de 90% inferiores às lâmpadas incandescentes e podem durar até 50 000 hor as. A iluminação LED também tem uma aplicação muito eficaz na iluminação exterior, em particular nas vias públicas.