A gestão estratégica da experiência do consumidor deve incluir um conjunto de atividades de animação, entretenimento, lazer e cultura para criar experiências lúdicas, de aprendizagem, emocionais e sociais, proporcionando prazer ao consumidor.
A realização de atividades potencia o envolvimento do consumidor com a marca e a realização de mais compras. O consumidor procura animação e sedução nos locais que escolhe para fazer as suas compras, bem como novas sugestões de espaços de venda, que marcam a diferença pela forma como abastecem e correspondem às necessidades e expectativas dos consumidores. Se não houver animação no ponto de venda, ao fim de poucos minutos, o consumidor está desejoso de comprar o que precisa e abandonar o ponto de venda.
Para que isto não aconteça, o espaço comercial deve ser um local amigável, sereno, oportuno e necessário para o seu visitante. 1. NOÇÃO
Conjunto de ações/atividades que se realizam no ponto de venda para
2. IMPORTÂNCIA
É importante criar ciclos de animação, tendo em conta os seus objetivos:
É importante criar ciclos de animação, tendo em conta os seus objetivos:
- aumentar o volume de vendas;
- criar novas razões de compra; e
- atrair novos clientes ou fidelizar consumidores numa certa secção da loja.
Relaciona-se com as épocas do ano (Natal, férias, regresso às aulas, etc. …), com a participação dos fornecedores através de um financiamento parcial.
Os ciclos de animação podem ser realizados numa parceria com um produtor ou numa ação pontual do distribuidor → animação pontual, podendo:
➔ merchandising do produtor - escolher para a base da sua promoção, a marca, uma gama de produtos ou um produto;
➔ merchandising do distribuidor - desenvolver uma ação promocional do seu grupo ou cadeia de distribuição para promover a imagem de marca, a loja ou uma secção; o objetivo é mais vasto, interessa-lhe a venda de todos os produtos e não esta ou aquela marca.
3. TIPOS
3. TIPOS
Os espaços de venda podem ser animados de diversas formas, existe a animação temporária ou intermitente/pontual, que tem em conta as necessidades de desenvolver ou ativar as vendas de um ou vários produtos num determinado momento com o objetivo do seu escoamento ou da sua notoriedade.
O ponto de venda deve criar acontecimentos mesmo quando estes não existem oficialmente no calendário. Os meios e animação pontual podem ser utilizados para:
1) aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo;
2) criar novas razões de compra, atrair novos clientes ou fidelizar consumidores uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade;
3) responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência. Este tipo de animação pode classificar-se em quatro tipos: meios físicos, meios psicológicos, meios de estímulo e meios pessoais.
O ponto de venda deve criar acontecimentos mesmo quando estes não existem oficialmente no calendário. Os meios e animação pontual podem ser utilizados para:
1) aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo;
2) criar novas razões de compra, atrair novos clientes ou fidelizar consumidores uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade;
3) responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência. Este tipo de animação pode classificar-se em quatro tipos: meios físicos, meios psicológicos, meios de estímulo e meios pessoais.

Um outro tipo de animação, é a animação permanente, diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de venda atrativo para promover a visita e a fidelização do cliente.
4. OBJETIVOS
➢ Aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo, de um modo:
↳ intermitente - feiras, temáticas, aniversários, Natal, Páscoa, ...
↳ permanente - som, iluminação, sinalética, decoração, ...
➢ Criar novas razões de compra, atrair novos clientes (captar a atenção) ou fidelizar consumidores a uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade através de:
↳ permanente - som, iluminação, sinalética, decoração, ...
➢ Criar novas razões de compra, atrair novos clientes (captar a atenção) ou fidelizar consumidores a uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade através de:
↳ suportes PLV (publicidade no local de venda);
↳ ILV (informação no local de venda), atividades culturais.
Dar vida à loja/ponto de venda, trazer os consumidores à loja e dinamizar as vendas, quando o consumidor já se encontra na loja.
➢ Responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência.
↳ ILV (informação no local de venda), atividades culturais.
Dar vida à loja/ponto de venda, trazer os consumidores à loja e dinamizar as vendas, quando o consumidor já se encontra na loja.
➢ Responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência.
São utilizadas várias as técnicas para desenvolver ações de animação:
- as promoções;
- a publicidade no local de venda; e
- a animação (permanente e promocional) no local de venda.
Quanto às técnicas a utilizar para implementar as formas de animação poder-se-ão utilizar todas quantas a imaginação permitir, nomeadamente decorações especiais em toda a loja ou só numa secção, a utilização de meios audiovisuais, a montagem de stands ou displays específicos, a organização de jogos, sorteios, concursos, degustações e provas, entre outras.
- a publicidade no local de venda; e
- a animação (permanente e promocional) no local de venda.
Quanto às técnicas a utilizar para implementar as formas de animação poder-se-ão utilizar todas quantas a imaginação permitir, nomeadamente decorações especiais em toda a loja ou só numa secção, a utilização de meios audiovisuais, a montagem de stands ou displays específicos, a organização de jogos, sorteios, concursos, degustações e provas, entre outras.
Para além das promoções e da publicidade, os meios de animação (permanente/ pontual) do ponto de venda podem classificar-se em quatro tipos:
(outra metodologia – 3 componentes de animação)
Meios físicos:
- ilhas - topos ou ilhotas de gôndolas - pilhas - cestos e expositores - stand-up's - balcões - stoppers - suportes (cabides, ...) - cartazes - carrinhos - displays - ...
Meios psicológicos:
- preços de choque - ofertas agrupadas - apresentação repetida em vários pontos da loja - quebras de rotina (zonas quentes e frias) - ciclos de animação (feiras, aniversários, ...)
Meios de estímulo:
- luz - cheiro - som (rock convida a ficar menos tempo; clássica/calma convida a ficar mais tempo) - temperatura - meios audiovisuais - criação de cenários, ambientes temáticos e personagens - mensagens áudio e vídeo - stands - ambiente higiénico.
Meios humanos - pessoas:
(vendedor, pessoal de APV, espetáculos, stand de demonstração/experimentação)
- consciência de formação dos colaboradores por parte do retalhista;
- menor rotatividade de funcionários, maior satisfação dos clientes;
- menor variabilidade do serviço;
- influência na qualidade percebida pelos clientes, aos níveis intangível (confiança, disponibilidade, segurança e empatia) e tangível (aparência e higiene);
- para além das habilidades requeridas, capacidades físicas e cognitivas, importância de exigência da componente emocional, face ao contato com os clientes heterogéneos, tendo em conta o stress resultante dos conflitos interpessoais e inter-organizacionais.
- grande fonte de informação, pois uma empresa orientada para a experiência do consumidor encara a inovação e a criatividade dos seus empregados como capital intelectual crítico para a organização.
Meios físicos:
- ilhas - topos ou ilhotas de gôndolas - pilhas - cestos e expositores - stand-up's - balcões - stoppers - suportes (cabides, ...) - cartazes - carrinhos - displays - ...
Meios psicológicos:
- preços de choque - ofertas agrupadas - apresentação repetida em vários pontos da loja - quebras de rotina (zonas quentes e frias) - ciclos de animação (feiras, aniversários, ...)
Meios de estímulo:
- luz - cheiro - som (rock convida a ficar menos tempo; clássica/calma convida a ficar mais tempo) - temperatura - meios audiovisuais - criação de cenários, ambientes temáticos e personagens - mensagens áudio e vídeo - stands - ambiente higiénico.
Meios humanos - pessoas:
(vendedor, pessoal de APV, espetáculos, stand de demonstração/experimentação)
- consciência de formação dos colaboradores por parte do retalhista;
- menor rotatividade de funcionários, maior satisfação dos clientes;
- menor variabilidade do serviço;
- influência na qualidade percebida pelos clientes, aos níveis intangível (confiança, disponibilidade, segurança e empatia) e tangível (aparência e higiene);
- para além das habilidades requeridas, capacidades físicas e cognitivas, importância de exigência da componente emocional, face ao contato com os clientes heterogéneos, tendo em conta o stress resultante dos conflitos interpessoais e inter-organizacionais.
- grande fonte de informação, pois uma empresa orientada para a experiência do consumidor encara a inovação e a criatividade dos seus empregados como capital intelectual crítico para a organização.
Diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo e passível de transmitir entusiasmo, promovendo sucessivamente visitas dos clientes e gerando a fidelização pela distinção.
7.1. Elementos
O merchandising é o responsável pelos atrativos e animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
O visual merchandising cria o impulso de compra para o cliente por meio de alguns instrumentos como o design, as instalações, o layout, os produtos, a música, a iluminação, as vitrinas ou montras, a sinalização, entre outros.
A animação permanente pressupõe a existência de um conjunto de condições diferenciadoras e caraterizadoras da atração do PDV - visual merchandising como:
Design - (arquitetura da loja) => apresentação/aspeto interna e externa como a comunicação, a decoração, o espaço, a localização, o serviço, o sortido, o atendimento, entre outros => «ingredientes» que fazem a diferença e que contribuem para a fidelização dos clientes (tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo para transmitir entusiasmo, promover sucessivamente visitas os clientes e gerar a fidelização pela distinção.
Instalações - equipamentos, balcões, mobiliários e suportes para os produtos expostos na loja; são também a operação e atuação da própria loja, como proposta comercial.
Música (som) é um dos elementos da animação permanente do ponto de venda.
O merchandising (visual merchandising) é o responsável pela animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
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A distribuição do som deve ser equilibrada no espaço e minorar o efeito do ruído da loja. Normalmente, quando é utilizada a música de fundo, corre-se o risco de que esta não seja apropriada, quer para o tipo de cliente, quer para o momento, pelo que é necessária a preocupação de medir as reações habituais dos clientes a esta forma de animação.
A música ambiente aplica-se não apenas às áreas de vendas, mas também aos elevadores e “toilettes”.
Deve ser escolhida, não ao gosto pessoal do lojista, mas sim dos consumidores. A opinião deles é importante. A opção deve recair pela música variada e deve-se ter em atenção o volume do som, pois muito alto, enerva.
Deve ser escolhida, não ao gosto pessoal do lojista, mas sim dos consumidores. A opinião deles é importante. A opção deve recair pela música variada e deve-se ter em atenção o volume do som, pois muito alto, enerva.
Em alguns pontos de venda pequenos, e apesar do aspeto simpático da dimensão regional, a rádio local tem o inconveniente de fazer publicidade dos concorrentes e ter uma escolha musical que nem sempre se adapta ao ponto de venda.
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| http://exame.abril.com.br/pme/7-formas-que-a-musica-de-uma-loja-faz-o-cliente-comprar-mais/ |
Se for feito esse investimento, deve ser aproveitado para, em ocasiões especiais, com a ajuda de um microfone, fazer-se publicidade, concursos e jogos. Este tipo de ações contribui para fidelizar a clientela.
Ler mais: - http://www.viesdesign.com.br/2015/04/marketing-sensorial-o-uso-da-musica.html
- http://www.estrategiadigital.pt/marketing-sensorial/
- http://www.mundomax.com.br/blog/som-ambiente/usar-musica-melhorar-vendas-lojas-comercio/
Ler mais: - http://www.viesdesign.com.br/2015/04/marketing-sensorial-o-uso-da-musica.html
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- http://www.mundomax.com.br/blog/som-ambiente/usar-musica-melhorar-vendas-lojas-comercio/
Iluminação
Menos é mais – a tua equação de energia
7 IDEIAS LUMINOSAS PARA POUPAR ENERGIAS
A iluminação artificial representa cerca de 13,6% da eletricidade que consumimos em casa. Conhece algumas dicas para poupar energia com a iluminação.
1 Privilegia a iluminação natural
Sempre que possível, abre os estores e remove os obstáculos que interfiram com a entrada da luz. Deixa o sol iluminar a tua casa ou a tua sala de aula. A conta da eletricidade baixa e o teu espaço ganha uma nova cor.
2 Amplifica a luz no interior
Utiliza cores claras (preferencialmente branco) nos tetos e paredes pois são estas cores que melhor refletem a luz dando um melhor conforto visual aos espaços a iluminar.
3 Usa apenas os níveis de iluminação necessários
Desliga a iluminação dos espaços que não estão ocupados, e quando tens mais do que um interruptor para ligar a luz, liga apenas os estritamente necessários.
4 Escolhe soluções adequadas aos espaços
Tem em consideração o local onde vais instalar a iluminação (exemplo: espaço de lazer, trabalho/estudo, corredor) e, tendo em atenção as tuas necessidades: avalia se a conjugação entre o ponto de luz (lâmpada) e a luminária (estrutura onde o ponto de luz é incorporado) vai ao encontro do teu conforto visual e não provocam encandeamento.
5 Prefere os equipamentos com melhor classe energética
Para uma compra mais eficiente, deves observar a etiqueta e optar pelos equipamentos de iluminação que apresentar uma melhor classe energética. Na embalagem encontras ainda o tempo de vida da lâmpada. Já agora, sabes ler uma etiqueta energética? Se não sabes consulta o Manuel da Etiqueta Energética no site da ADENE (www.adene.pt)
6 Recorre a dispositivos de gestão e controlo da iluminação
Nos espaços em que a necessidade de iluminação é pontual, mas essencial por questões de segurança, podes recorrer ao uso de dispositivos de controlo para evitar consumo desnecessário. Podes optar por comandos por relógio, com horários ajustados, ou por célula fotoelétrica ou ainda a sensores de movimento/presença.
7 Regula a luz para níveis que necessites
Há sistemas de iluminação que permitem a regulação do fluxo luminoso da luminária por parte do utilizador (estes sistemas podem ser integrados com as lâmpadas LED). Esta tecnologia permite ajustar a luz para níveis de iluminação pretendidos, reduzindo assim os consumos de energia.
CONHECES O QUE TE ILUMINA?
Para que consigas uma maior poupança de energia, é importante que conheças o equipamento que te ilumina. Conhece as diferenças entre os vários tipos de lâmpadas.
Incandescentes
Devido ao seu elevado consumo de energia elétrica (baixa eficiência energética), estas lâmpadas foram descontinuadas em 2012, ou seja, já não se podem vender. Este tipo de lâmpadas tem em média um tempo de vida útil de 1 000 horas.
Halogéneo
Podes encontrá-las em corredores, halls ou como iluminação decorativa. Embora tenham um consumo inferior às Lâmpadas Incandescentes, têm um consumo eleva do face às tecnologias mais recentes, pelo que têm vindo a ser descontinuadas desde setembro de 2016. Este tipo de tecnologia tem uma eficiência reduzida porque emite muito calor.
Fluorescentes tubulares
São as mais utilizadas hoje em dia, podendo ser encontradas em open-spaces, centros comerciais, garagens, hallsde grandes edifícios, salas de aulas, corredores, cantinas, etc. Estas lâmpadas são caraterizadas por terem um reduzido consumo de energia (cerca de menos 70% a 80% do que as Lâmpadas Incandescentes) e por possuírem um tempo de vida de cerca de 8 a 10 vezes superior.
Fluorescentes Compactas
São vulgarmente denominadas por lâmpadas economizadoras por terem um consumo muito reduzido face às de incandescência, da ordem de 70% a 80%. Estas lâmpadas têm a particularidade de, após acionado o comando, demorarem alguns segundos até atingirem a sua luminosidade máxima.
LED
São neste momento as fontes de luz que consomem menos energia, podendo ser encontradas nos mais diversos locais e feitios. Os seus consumos são cerca de 90% inferiores às lâmpadas incandescentes e podem durar até 50 000 hor as. A iluminação LED também tem uma aplicação muito eficaz na iluminação exterior, em particular nas vias públicas.
(...)
http://www.archello.com/en/project/louis-vuitton-matsuya-ginza-renewal
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Negociação
Manutenção
(a completar)








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