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2021/08/07

Cabide ou cruzeta

Noção: suporte ou acessório

Objetivos: colocar e valorizar as roupas.

Características

- Tem a forma dos ombros humanos, vários designs, materiais, tamanhos e cores, podendo ser verticais (espaços públicos como restantes e hotéis) e horizontais.

Importância

É um dos elementos fundamentais da decoração do ambiente, quer para os utentes (closetarmários) quer para os logistas (ponto de venda).

História 

  •  Antigo Egito - há cerca de quatro mil anos atrás (hieróglifos extraídos de um sarcófago egípcio), usado como um recurso para ajudar a preservar as túnicas de tecidos delicados que eram colocadas na posição vertical e em local ventilado.

  •  Idade Média - os cabides desapareceram porque a moda era usar uma roupa (parecida com camisolas de lã, linho ou algodão e mantida em arcas e baús) que não precisava de cuidados especiais.

  •  EUA

- início do século XIX  - invenção da 1ª cruzeta, pelo 3º presidente americano (Thomas Jefferson) com o desenvolvimento de uma peça de madeira para poupar espaço no armário da roupa.

- 1869 - registo da 1ª patente do cabide para casacos (com gancho e forma de ombro), por O. A. North.

  • 1895, EUROPA (Bruxelas) – criação - por Jacobs Franklyn Muller.

- 1903 – reinvenção do modelo de Thomas Jefferson (pedaço de arame dobrado com a forma da atual cruzeta), por Albert J. Parkhouse, responsável da empresa Timberlake Wire and Novelty Company, farto das queixas dos funcionários por não terem onde pendurar os casacos.



-
1906 - 1ªs cruzetas num espaço comercial, por Meyer May, retalhista e fabricante de roupas masculinas, em Michigan.

- 1932 - patente com design melhorado (com tubos de papelão à volta dos fios de arame para prevenir possíveis vincos), por Schuyler Hulett.

- 1935 - acrescento de mais um tubo na parte de baixo, dando a forma triangular à cruzeta, por, Elmer Rogers.

- 1965 -  criação de um novo modelo (com peça de madeira com a forma do ombro humano), por Gerhard Wieckmenn.

Atualmente, o protótipo da cruzeta moderna tem várias opções – de madeira, de plástico, de borracha, ou até de materiais mais requintados, como o cetim e a renda; também, com molas, sem molas, próprias para calças, saias, camisolas, com material que impedem a roupa de escorregar.

Aplicações 

- Meios ou componentes físicos da animação do ponto de venda (merchandising)

- DIY (faça você mesmo)

2019/05/23

Serviços


Origem e significado

A palavra serviço vem do latim servitium e significa algo que é experimentado, mas não pode ser tocado ou preservado.

Noção

São atos, atividades, ações, atuações ou processos (desempenhos, performances) que uma parte pode oferecer a outra.

Caraterísticas

Essencialmente, é um desempenho intangível

A sua produção pode ou não estar ligada a um produto físico.

Normalmente, não resulta em propriedade ou posse de alguma coisa ou de nenhum dos fatores de produção.
Bens tangíveis, podem ser transportados de um lugar para outro, são mercadorias, equipamentos, prédios, automóveis, etc.

Serviços intangíveis, atividades que se prestam, não materiais, não palpáveis, não ocupam espaço.

Exemplos: 

Se possui um autocarro (é um bem), mas o transporte das pessoas é um serviço.

O primeiro serviço de gestão digital depois da morte.

Os gestores da identidade digital são uma profissão de futuro.




2018/11/30

Trabalho de equipa/grupo (team-building)

Na sociedade atual, cada vez mais somos impulsionados a trabalhar em equipa. As próprias empresas gostam de se ver a si mesmas como grupos de pessoas que trabalham em equipa para atingir um único propósito, o SUCESSO.

Ao nível da rapidez, da criatividade e da eficácia no trabalho, e até ao nível da motivação dos colaboradores, é uma capacidade muito valorizada nas empresas, uma das características mais procuradas pelos empregadores e das mais mencionadas pelos candidatos como competência.

Alguns profissionais têm tendência para tentar sobressair e pensar individualmente, em vez de se esforçarem para o benefício do grupo. Uma situação que poderá levar a conflitos o que prejudicará quer os trabalhos de grupo académicos quer as equipas de profissionais nas empresas.

É importante que encontrar o ponto de equilíbrio e poder ser uma pessoa flexível, uma caraterística muito valorizada no mercado de trabalho.


Quando se faz parte de uma equipa, nem sempre existe a oportunidade de trabalhar com quem gostaria! Por isso, é importante aprender a lidar com todos os colegas. 

Vantagens:
  • Criatividade
  • Eficiência e eficácia
  • Motivação
  • Satisfação no trabalho e felicidade

26 jogos e atividades - team building (construção de equipas) é o nome que se dá a qualquer atividade que sirva para motivar equipas para o trabalho. Podem ser realizadas em formato outdoor (fora do trabalho), de preferência ao ar livre.

Diferenças entre o trabalho de equipa e o trabalho de grupo:







2018/05/24

Animação do ponto de venda

A gestão estratégica da experiência do consumidor deve incluir um conjunto de atividades de animação, entretenimento, lazer e cultura para criar experiências lúdicas, de aprendizagem, emocionais e sociais, proporcionando prazer ao consumidor.
A realização de atividades potencia o envolvimento do consumidor com a marca e a realização de mais compras. O consumidor procura animação e sedução nos locais que escolhe para fazer as suas compras, bem como novas sugestões de espaços de venda, que marcam a diferença pela forma como abastecem e correspondem às necessidades e expectativas dos consumidores. Se não houver animação no ponto de venda, ao fim de poucos minutos, o consumidor está desejoso de comprar o que precisa e abandonar o ponto de venda.
Para que isto não aconteça, o espaço comercial deve ser um local amigável, sereno, oportuno e necessário para o seu visitante. 

1. NOÇÃO
Conjunto de ações/atividades que se realizam no ponto de venda para

2. IMPORTÂNCIA
É importante criar ciclos de animação, tendo em conta os seus objetivos:
  • aumentar o volume de vendas; 
  • criar novas razões de compra; e 
  • atrair novos clientes ou fidelizar consumidores numa certa secção da loja.
Relaciona-se com as épocas do ano (Natal, férias, regresso às aulas, etc. …), com a participação dos fornecedores através de um financiamento parcial.

Os ciclos de animação podem ser realizados numa parceria com um produtor ou numa ação pontual do distribuidor → animação pontual, podendo:
merchandising do produtor - escolher para a base da sua promoção, a marca, uma gama de produtos ou um produto; 
 merchandising do distribuidor - desenvolver uma ação promocional do seu grupo ou cadeia de distribuição para promover a imagem de marca, a loja ou uma secção; o objetivo é mais vasto, interessa-lhe a venda de todos os produtos e não esta ou aquela marca.

3. TIPOS
Os espaços de venda podem ser animados de diversas formas, existe a animação temporária ou intermitente/pontual, que tem em conta as necessidades de desenvolver ou ativar as vendas de um ou vários produtos num determinado momento com o objetivo do seu escoamento ou da sua notoriedade.
O ponto de venda deve criar acontecimentos mesmo quando estes não existem oficialmente no calendário. Os meios e animação pontual podem ser utilizados para:
1) aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo; 
2) criar novas razões de compra, atrair novos clientes ou fidelizar consumidores uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade; 
3) responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência. Este tipo de animação pode classificar-se em quatro tipos: meios físicos, meios psicológicos, meios de estímulo e meios pessoais.






Um outro tipo de animação, é a animação permanente, diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de venda atrativo para promover a visita e a fidelização do cliente.




4. OBJETIVOS
➢ Aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo, de um modo:
     intermitente - feiras, temáticas, aniversários, Natal, Páscoa, ...
     permanente - som, iluminação, sinalética, decoração, ...
➢ Criar novas razões de compra, atrair novos clientes (captar a atenção) ou fidelizar consumidores a uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade através de:
    suportes PLV (publicidade no local de venda);
    ILV (informação no local de venda), atividades culturais.
Dar vida à loja/ponto de venda, trazer os consumidores à loja e dinamizar as vendas, quando o consumidor já se encontra na loja.
➢ Responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência.

5. TÉCNICAS
São utilizadas várias as técnicas para desenvolver ações de animação: 
- as promoções
- a publicidade no local de venda; e 
- a animação (permanente e promocional) no local de venda.
Quanto às técnicas a utilizar para implementar as formas de animação poder-se-ão utilizar todas quantas a imaginação permitir, nomeadamente decorações especiais em toda a loja ou só numa secção, a utilização de meios audiovisuais, a montagem de stands ou displays específicos, a organização de jogos, sorteios, concursos, degustações e provas, entre outras.

6. MEIOS ou COMPONENTES 
Para além das promoções e da publicidade, os meios de animação (permanente/ pontual) do ponto de venda podem classificar-se em quatro tipos: 
(outra metodologia – 3 componentes de animação)
Meios físicos
- ilhas - topos ou ilhotas de gôndolas - pilhas - cestos e expositores - stand-up's - balcões - stoppers - suportes (cabides, ...) - cartazes - carrinhos - displays - ...
Meios psicológicos
- preços de choque - ofertas agrupadas - apresentação repetida em vários pontos da loja - quebras de rotina (zonas quentes e frias) -  ciclos de animação (feiras, aniversários, ...)
Meios de estímulo
- luz - cheiro - som (rock convida a ficar menos tempo; clássica/calma convida a ficar mais tempo) - temperatura - meios audiovisuais - criação de cenários, ambientes temáticos e personagens - mensagens áudio e vídeo - stands - ambiente higiénico.
Meios humanos - pessoas:
(vendedor, pessoal de APV, espetáculos, stand de demonstração/experimentação)
- consciência de formação dos colaboradores por parte do retalhista;
- menor rotatividade de funcionários, maior satisfação dos clientes;
- menor variabilidade do serviço;
- influência na qualidade percebida pelos clientes, aos níveis intangível (confiança, disponibilidade, segurança e empatia) e tangível (aparência e higiene);
- para além das habilidades requeridas, capacidades físicas e cognitivas, importância de exigência da componente emocional, face ao contato com os clientes heterogéneos, tendo em conta o stress resultante dos conflitos interpessoais e inter-organizacionais.
- grande fonte de informação, pois uma empresa orientada para a experiência do consumidor encara a inovação e a criatividade dos seus empregados como capital intelectual crítico para a organização.

7. ANIMAÇÃO PERMANENTE 
Diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo e passível de transmitir entusiasmo, promovendo sucessivamente visitas dos clientes e gerando a fidelização pela distinção.

7.1. Elementos
O merchandising é o responsável pelos atrativos e animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
O visual merchandising cria o impulso de compra para o cliente por meio de alguns instrumentos como o design, as instalações, o layout, os produtos, a música, a iluminação, as vitrinas ou montras, a sinalização, entre outros.

A animação permanente pressupõe a existência de um conjunto de condições diferenciadoras e caraterizadoras da atração do PDV - visual merchandising como:

Design - (arquitetura da loja) => apresentação/aspeto interna e externa como a comunicação, a decoração, o espaço, a localização, o serviço, o sortido, o atendimento, entre outros => «ingredientes» que  fazem a diferença e que contribuem para a fidelização dos clientes (tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo para transmitir entusiasmo, promover sucessivamente visitas  os clientes e gerar a fidelização pela distinção.

Ambiente - ou atmosfera da loja – estilo do ambiente.

Layout - (planeamento/organização) projeto da loja é o conjunto da distribuição dos equipamentos com os produtos, dos espaços internos (áreas de apoio, promocional e de circulação) e da iluminação, representado em planta, definindo a operacionalidade e funcionalidade da loja.

Produtos

Instalações - equipamentos, balcões, mobiliários e suportes para os produtos expostos na loja; são também a operação e atuação da própria loja, como proposta comercial.

Música (som) é um dos elementos da animação permanente do ponto de venda.
O merchandising (visual merchandising) é o responsável pela animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.



A existência de música ambiente adequada pode contribuir para aumentar a permanência do consumidor no interior da loja e assim ter mais tempo para comprar, pois o consumidor deve sentir-se feliz e bem ambientado dentro do ponto de venda.
A distribuição do som deve ser equilibrada no espaço e minorar o efeito do ruído da loja. Normalmente, quando é utilizada a música de fundo, corre-se o risco de que esta não seja apropriada, quer para o tipo de cliente, quer para o momento, pelo que é necessária a preocupação de medir as reações habituais dos clientes a esta forma de animação.
A música ambiente aplica-se não apenas às áreas de vendas, mas também aos elevadores e “toilettes”.
Deve ser escolhida, não ao gosto pessoal do lojista, mas sim dos consumidores. A opinião deles é importante. A opção deve recair pela música variada e deve-se ter em atenção o volume do som, pois muito alto, enerva.
Em alguns pontos de venda pequenos, e apesar do aspeto simpático da dimensão regional, a rádio local tem o inconveniente de fazer publicidade dos concorrentes e ter uma escolha musical que nem sempre se adapta ao ponto de venda.

http://exame.abril.com.br/pme/7-formas-que-a-musica-de-uma-loja-faz-o-cliente-comprar-mais/

Se for feito esse investimento, deve ser aproveitado para, em ocasiões especiais, com a ajuda de um microfone, fazer-se publicidade, concursos e jogos. Este tipo de ações contribui para fidelizar a clientela.
Ler mais: - http://www.viesdesign.com.br/2015/04/marketing-sensorial-o-uso-da-musica.html
                - http://www.estrategiadigital.pt/marketing-sensorial/
                - http://www.mundomax.com.br/blog/som-ambiente/usar-musica-melhorar-vendas-lojas-comercio/


Iluminação
Menos é mais – a tua equação de energia
7 IDEIAS LUMINOSAS PARA POUPAR ENERGIAS
A iluminação artificial representa cerca de 13,6% da eletricidade que consumimos em casa. Conhece algumas dicas para poupar energia com a iluminação.
1 Privilegia a iluminação natural
Sempre que possível, abre os estores e remove os obstáculos que interfiram com a entrada da luz. Deixa o sol iluminar a tua casa ou a tua sala de aula. A conta da eletricidade baixa e o teu espaço ganha uma nova cor.
2 Amplifica a luz no interior
Utiliza cores claras (preferencialmente branco) nos tetos e paredes pois são estas cores que melhor refletem a luz dando um melhor conforto visual aos espaços a iluminar.
3 Usa apenas os níveis de iluminação necessários
Desliga a iluminação dos espaços que não estão ocupados, e quando tens mais do que um interruptor para ligar a luz, liga apenas os estritamente necessários.
4 Escolhe soluções adequadas aos espaços
Tem em consideração o local onde vais instalar a iluminação (exemplo: espaço de lazer, trabalho/estudo, corredor) e, tendo em atenção as tuas necessidades: avalia se a conjugação entre o ponto de luz (lâmpada) e a luminária (estrutura onde o ponto de luz é incorporado) vai ao encontro do teu conforto visual e não provocam encandeamento.
5 Prefere os equipamentos com melhor classe energética
Para uma compra mais eficiente, deves observar a etiqueta e optar pelos equipamentos de iluminação que apresentar uma melhor classe energética. Na embalagem encontras ainda o tempo de vida da lâmpada. Já agora, sabes ler uma etiqueta energética? Se não sabes consulta o Manuel da Etiqueta Energética no site da ADENE (www.adene.pt)
6 Recorre a dispositivos de gestão e controlo da iluminação
Nos espaços em que a necessidade de iluminação é pontual, mas essencial por questões de segurança, podes recorrer ao uso de dispositivos de controlo para evitar consumo desnecessário. Podes optar por comandos por relógio, com horários ajustados, ou por célula fotoelétrica ou ainda a sensores de movimento/presença.
7 Regula a luz para níveis que necessites
Há sistemas de iluminação que permitem a regulação do fluxo luminoso da luminária por parte do utilizador (estes sistemas podem ser integrados com as lâmpadas LED). Esta tecnologia permite ajustar a luz para níveis de iluminação pretendidos, reduzindo assim os consumos de energia.
CONHECES O QUE TE ILUMINA?
Para que consigas uma maior poupança de energia, é importante que conheças o equipamento que te ilumina. Conhece as diferenças entre os vários tipos de lâmpadas.
Incandescentes
Devido ao seu elevado consumo de energia elétrica (baixa eficiência energética), estas lâmpadas foram descontinuadas em 2012, ou seja, já não se podem vender. Este tipo de lâmpadas tem em média um tempo de vida útil de 1 000 horas.
Halogéneo
Podes encontrá-las em corredores, halls ou como iluminação decorativa. Embora tenham um consumo inferior às Lâmpadas Incandescentes, têm um consumo eleva do face às tecnologias mais recentes, pelo que têm vindo a ser descontinuadas desde setembro de 2016. Este tipo de tecnologia tem uma eficiência reduzida porque emite muito calor.
Fluorescentes tubulares
São as mais utilizadas hoje em dia, podendo ser encontradas em open-spaces, centros comerciais, garagens, hallsde grandes edifícios, salas de aulas, corredores, cantinas, etc. Estas lâmpadas são caraterizadas por terem um reduzido consumo de energia (cerca de menos 70% a 80% do que as Lâmpadas Incandescentes) e por possuírem um tempo de vida de cerca de 8 a 10 vezes superior.
Fluorescentes Compactas
São vulgarmente denominadas por lâmpadas economizadoras por terem um consumo muito reduzido face às de incandescência, da ordem de 70% a 80%. Estas lâmpadas têm a particularidade de, após acionado o comando, demorarem alguns segundos até atingirem a sua luminosidade máxima.
LED

São neste momento as fontes de luz que consomem menos energia, podendo ser encontradas nos mais diversos locais e feitios. Os seus consumos são cerca de 90% inferiores às lâmpadas incandescentes e podem durar até 50 000 hor as. A iluminação LED também tem uma aplicação muito eficaz na iluminação exterior, em particular nas vias públicas.

(...) 

Negociação

Manutenção
(a completar)

2018/03/29

Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)


ou General Data Protection Regulation (GPDR) (EU) 2016/679 - síntese

em vigor a partir de 25 de maio.

Substitui a Diretiva de Proteção de Dados ("diretiva" abreviada 95/46/EC) que entrou em vigor em 1995.

https://www.eugdpr.org/
Define um novo padrão para direitos de privacidade pessoal, proteção de dados e responsabilidade das organizações para proteger dados pessoais.

O GDPR proporciona aos clientes um maior controle sobre os dados recolhidos, armazenados e processados ​​que os identificam pessoalmente. 
Significa que os clientes têm o direito de saber quando e por que está a processar os dados pessoais e, no caso, de compartilhar esses dados com outras pessoas. Além disso, pode fornecer uma cópia dos dados, corrigir, excluir e interromper o processamento, se solicitado.

Apresenta várias considerações exclusivas para retalhistas/varejistas:

➔ a recolha de informações do cliente será mais difícil e mais regulamentada. O GDPR exigirá opt-in explícito para todo o marketing eletrónico e automatizado - não mais caixas pré-marcadas, opt-ins automáticos de formulários de pedidos, etc.
➔ aplica-se a dados pessoais apenas nos seus sites, sistemas de PDV, bancos de dados de CRM e aplicativos de atendimento ao cliente. Repositórios internos e tecnologias de retaguarda, como filmagens de CCTV, beacons e tecnologia RFID, serão incluídos.
➔ não afeta apenas os dados que está a processar, mas também os dados que compartilha com os parceiros, os fornecedores e outros.
➔ introduz novas obrigações para proteção de dados, maior responsabilidade e relatórios de violação obrigatórios com multas por não conformidade.
Num setor onde os dados e particularmente os dados dos clientes são fundamentais para alcançar, promover e direcionar a fidelidade do cliente, os requisitos e obrigações rigorosas do GDPR exigirão que analise, atualize e substitua processos e sistemas afetados - ou enfrente multas de até 4 por cento da receita global anual ou 20 milhões de euros.


In https://pulse.microsoft.com/pt-pt/work-productivity-pt-pt/retail-pt-pt/fa3-o-rgpd-e-o-retalho-quatro-requisitos-do-rgpd-e-como-a-microsoft-pode-ajudar/ - 01/02/2018









2018/02/27

Economia do conhecimento (knowledge-based business)


ECONOMIA DO CONHECIMENTO 
(knowledge - based businesses) - "nova economia"
(nova) revolução industrial / tecnológica (indústria 4.0)

A tecnologia da informação e comunicação (TIC) está na base da economia do conhecimento. É ela que permite armazenar, processar, e fazer circular, rapidamente e a baixo custo, um  número de dados cada vez maior, sendo uma fonte cada vez mais importante de ganhos de produtividade.

Um dos maiores impactos previstos pela implantação deste modelo de negócio está na 
↳ customização ou personalização de produtos

knowledge worker (trabalhador do conhecimento)



O conceito de economia do conhecimento foi criado por Drucker (1969) para se referir à aplicação do conhecimento de qualquer campo ou fonte, novo ou velho, como estímulo ao desenvolvimento económico. Contudo, a figura mais conhecida por chamar atenção para o impacto do conhecimento nas economias das sociedades industriais avançadas é Daniel Bell.





2017/06/13

Campanhas publicitárias

A comunicação do ponto de venda é apoiada pela publicidade através de uma campanha publicitária.
No ponto de venda, a publicidade complementa a comunicação integrada.
A eficácia da utilização dos meios depende dos objetivos que se pretendem atingir e da qualidade das mensagens divulgadas.
Os meios existentes são os seguintes: imprensa e meios multimédia (rádio, televisão, Internet, jornais, revistas), meios diretos (correio, telemarketing), exposição local (merchandising, animação dos pontos de venda).

O termo é utilizado pelos profissionais da área de publicidade para explicar o conjunto de anúncios dentro de um único planeamento para um determinado anunciante.

É conjunto de peças que são criadas para alcançar um determinado público-alvo.
É a forma como é exposta a mensagem e a abordagem do diferencial do produto e/ou o apelo central do produto, feito de forma criativa e diferenciada para chamar a atenção do observador e persuadi-lo à compra.

Serve para dar resposta aos objetivos inicialmente propostos no plano de marketing face ao produto/serviço.
Anúncio: A DIVERSIDADE DO MUNDO PELOS OLHOS - Ikea Canadá.
Banda sonora: a música “What a Wonderful World.
"O filme mostra uma jovem a ir para casa num automóvel. No seu percurso vai reparando em várias situações, que reforçam a diversidade do mundo em que vivemos.
Entre os diversos momentos, podemos ver uma família de refugiados, um homem a cuidar do seu pai ou uma mãe a pintar as unhas ao seu filho."

A campanha “The Beautiful Possibilites” tem criatividade da agência Rethink e, segundo o Brainstorm9, insere-se no novo posicionamento da marca, que procura ser mais inclusivo, deixando um pouco de lado a “família tradicional”, que normalmente aparecia sempre nas campanhas da IKEA."

Elaboração: quatro etapas, nas quais, os anunciantes e a agência intervêm com pesos variáveis:
Como a maioria das empresas não dispõem de departamentos vocacionados para levar a cabo todas as fases de uma campanha, o primeiro passo é selecionar a agência responsável pela elaboração do briefing publicitário.

A conceção da campanha publicitária só tem o seu início com a elaboração de um briefing que, após aprovado, envolve a conceção e tratamento das mensagens e a seleção dos respetivos suportes (filmes, locução, fotografia, cartazes, jingles).

A elaboração das mensagens publicitárias - que são designadas pelo termo copy - comporta três fases sucessivas:
  • Quanto ao conteúdo
1. a estratégia de criação (ou copy strategy) = estratégia de conteúdo = plano criativo
  • Quanto à forma
2. a criação e
3. a execução.

KOTLER (1994) propõe que o desenvolvimento da mensagem exige a solução de quatro problemas – atributos das mensagens:
  • conteúdo - o que dizer
  • estrutura - como dizer corretamente
  • formato - como dizer simbolicamente
  • fonte - quem deve dizê-la
1. Lançamento de uma nova campanha (época dos Santos Populares) - cadeia sueca IKEA
Festas de todos os cantos (da casa)
Objetivo: Incentivar os portugueses a explorarem “todos os cantos da casa” para criar o seu próprio arraial de Santos Populares.
O anúncio, imaginado pela The Hotel, é fazer da sua casa – e de todos os seus cantos – um arraial onde pode festejar esta época de Santos Populares.

Com produção da Show Off a campanha vai estar presente sobretudo no digital, incluindo ativação em redes sociais.
O tema, cujo vídeo foi gravado na loja da marca em Alfragide, tem letra e música de Samuel Úria e interpretação de Toy.
A música 'Faz a Festa', conta a história do António, que a própria IKEA resume em comunicado: "Trata-se de um rapaz traquinas e folião, amigo dos seus amigos, namoradeiro e gaiatão, que adorava as festas de verão na sua aldeia. O tempo passou e o António cresceu, foi viver para a cidade e deu por si a trabalhar tantas horas por dia que não tinha tempo para desfrutar. Sentia-se sem ânimo e com a sensação de que algo faltava na sua vida, até descobrir que com as soluções IKEA, conseguia organizar na sua varanda o seu bailarico de verão e assim levar de volta o seu coração às festas da aldeia, de que tanto gostava".
Para "abrilhantar" a campanha: promoções com descontos em vale Ikea de 15% para os mais de um de um milhão de membros IKEA FAMILY, até 15 de junho, em todos os móveis e iluminação para exterior. A campanha, salvaguarda a loja, é limitada ao stock existente e aos artigos assinalados.
Paralelamente, durante o mês de junho, os restaurantes IKEA são palco para a Festa d'Almôndega em que os clientes podem escolher um mix de 10 almôndegas, entre as quatro variedades disponíveis – de frango, vaca, vegetarianas e a mais recente novidade, as almôndegas de bacalhau, por 4 euros.

2. Lançamento de uma campanha de uma nova marca Super Bock Group, 90 anos de Super Bock e a mudança do nome da Unicer:

90 anos a fazer amigos, 02/03/2017
- Storytelling (narração de histórias) - http://marketeer.pt/2017/12/27/as-melhores-campanhas-de-storytelling-de-2017/

3. Ser Português é Nobreacedido em 03/09/2018

https://www.youtube.com/watch?time_continue=23&v=MlfSTzHnKN4 
http://www.meiosepublicidade.pt/2018/08/nobre-vai-buscar-eder-enaltecer-portugal-video/
https://marketeer.pt/2018/08/30/nobre-aposta-em-orgulho-nacional/
http://www.hipersuper.pt/2018/08/30/portugal-nao-esta-na-moda-diz-nova-campanha-da-nobre/

As 12 melhores campanhas portuguesas de 2018, Marketeer (21-12-2018)

Legislação 
Lei nº 30/2019 de 23 de Abril - restrições à publicidade dirigida a menores de 16 anos de géneros alimentícios e bebidas que contenham elevado valor energético, teor de sal, açúcar, ácidos gordos saturados e ácidos gordos transformados.