Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos Humanos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos Humanos. Mostrar todas as mensagens

2019/05/23

Economia da Ansiedade (Anxiety Economy)


Estamos preocupados com a nossa privacidade online e com o nosso bem-estar, com a necessidade premente de impedir a crise ambiental, com situações que podemos controlar e outras que nem tanto.


J. Walter Tompson Intelligence

Explora como a instabilidade e a ruptura têm um profundo impacto na cultura e nas tendências emergentes. 
O comportamento impulsionado pelo medo, do extremo (e paranóico) para o mais justificado, está a criar novas oportunidades de mercado como os consumidores buscam maneiras de auto-acalmar e navegar a tempestade. 


Ler mais:

2019/03/30

Emoções

As emoções são o motor do comportamento e do desempenho pessoal e profissional.

Mapa mental



Caraterísticas e qualidades bastante distintas.

O domínio das duas abordagens permite que o Coach/Mentor consiga fazer com que o coachee/mentorado encontre as respostas com maior facilidade, porque aquele já passou pelas mesmas situações que o seu pupilo.

Mentoring é uma espécie de tutoria onde um profissional mais velho e mais experiente orienta e partilha com profissionais mais jovens que se iniciam no mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras. 






Coaching é um processo de aceleração de resultados que consiste no desenvolvimento de competências e habilidades para alcançar resultados planeados com êxito através do empenho e foco. O responsável por conduzir um processo é denominado de Coach que apoia e auxilia através de perguntas e técnicas o coachee (cliente) a sair do estado atual para o estado desejado.
Diferente de um mentor, um coach não precisa necessariamente ter experiência na área de atuação do seu cliente e tão pouco aconselhar ou dar soluções para os seus problemas ou orientações de carreira.
Como é que as emoções afetam a nossa saúde? 27/05/2019 (acedido em 17/07/2019)

2019/02/23

Gig Economy

Freelance Economy, economia sob procura, economia dos "biscates" (Portugal) ou "bicos" (Brasil)


Fonte: https://www.pchalliance.org/news/what-does-gig-economy-mean-patients

É o ambiente ou o mercado de trabalho que compreende:  
  • os trabalhadores temporários e sem vínculo laboral (freelancers, independentes) e;
  • as empresas que contratam estes trabalhadores independentes, para serviços pontuais e isentos de regras como número de horas trabalhadas (o chamado “horário comercial”). 
O termo não é novo mas é uma tendência mundial na era digital, impulsionado por empresas como Uber, Airbnb e Amazon — esta última, mais ainda depois de criar o programa de entregas Amazon Flex, que paga entre 18 e 25 dólares para que o courier (serviço de entregas rápidas) entregue os pacotes

O trabalhador GIG ou "on demand" (nova nomenclatura da designada “economia de gratificação instantânea”). Trabalha e recebe, de acordo com a entrega; gere o seu tempo que estará diretamente ligado à sua capacidade de entrega, de desempenho, de competência e ao desejo ou motivação de gerar maiores ganhos financeiros. 
Na Economia GIG, não apresenta qualquer tipo de benefício ou direito trabalhista pois terminado o "objeto do contrato", a relação chega ao fim.
PIERRE KLEINHOUSE 🔗https://hbr.org/2018/03/thriving-in-the-gig-economy

Um estudo feito pelo JPMorgan Chase Institute revela que o número Gig Workers nos EUA cresceu 10 vezes desde 2012 e que 4% de adultos já trabalhou, pelo menos uma vez, nesse mercado. Um outro estudo, da Intuit Research, prevê que até 2020 a Economia GIG compreenderá 40% dos trabalhadores americanos. O texto Uber is just the tip of the iceberg: The gig economy isleveraging the human cloud (Uber é apenas a ponta do iceberg: a economia gig está a aproveitar a nuvem humana), recém-publicado na seção de finanças do Yahoo!, diz que a Gig Economy tem tudo a ver com flexibilidade: empregadores podem contratar trabalhadores, segundo procuras pontuais e em variados mercados e regiões, sem necessidade de ficarem confinados aos escritórios e cumprir horário fixo.

Quem inventou: Segundo o professor de Pós-Graduação e MBA em Marketing Digital da ESPM-SP, Ricardo Murer: "A Gig Economy não pode ser considerada uma invenção e deve ser entendida como uma confluência de fatores económicos, políticos e sociais. O termo ‘GIG’ aparece pela primeira vez numa peça de Jack Kerouac, de 1952, na qual ele narra um trabalho temporário realizado para ferrovia Southern Pacific, em San Jose, USA. É na década de 1950, também nos Estados Unidos, que a geração ‘beat’ vai aceitar qualquer tipo de trabalho parcial e sem vínculos como parte de uma experiência de vida. Portanto, a ideia não é nova.


Ler mais:
Gig economy. A nova moda do mercado laboral não serve a Portugal


2018/11/30

Trabalho de equipa/grupo (team-building)

Na sociedade atual, cada vez mais somos impulsionados a trabalhar em equipa. As próprias empresas gostam de se ver a si mesmas como grupos de pessoas que trabalham em equipa para atingir um único propósito, o SUCESSO.

Ao nível da rapidez, da criatividade e da eficácia no trabalho, e até ao nível da motivação dos colaboradores, é uma capacidade muito valorizada nas empresas, uma das características mais procuradas pelos empregadores e das mais mencionadas pelos candidatos como competência.

Alguns profissionais têm tendência para tentar sobressair e pensar individualmente, em vez de se esforçarem para o benefício do grupo. Uma situação que poderá levar a conflitos o que prejudicará quer os trabalhos de grupo académicos quer as equipas de profissionais nas empresas.

É importante que encontrar o ponto de equilíbrio e poder ser uma pessoa flexível, uma caraterística muito valorizada no mercado de trabalho.


Quando se faz parte de uma equipa, nem sempre existe a oportunidade de trabalhar com quem gostaria! Por isso, é importante aprender a lidar com todos os colegas. 

Vantagens:
  • Criatividade
  • Eficiência e eficácia
  • Motivação
  • Satisfação no trabalho e felicidade

26 jogos e atividades - team building (construção de equipas) é o nome que se dá a qualquer atividade que sirva para motivar equipas para o trabalho. Podem ser realizadas em formato outdoor (fora do trabalho), de preferência ao ar livre.

Diferenças entre o trabalho de equipa e o trabalho de grupo:







2017/09/06

Coworking ou co-working



É um modelo de trabalho inovador cujo conceito está ligado à partilha de espaço de trabalho por uma comunidade de empreendedores, freelancers e outros profissionais em conta própria.


Objetivo
Rentabilizar todo um conjunto de recursos, necessário ao funcionamento de uma empresa ou projeto como o mobiliário; o equipamento; os serviços; as salas de reunião.
Na maioria dos casos, este conceito de espaços partilhados de trabalho permite um ambiente de escritório mais informal e potencia o networking.
O conceito foi criado, em 1999, pelo designer de jogos americano Bernie DeKoven para descrever um sistema de computadores a trabalhar em rede. Em 2005, em São Francisco, o termo ‘coworking’ começou a ser difundido pelo programador de ‘software’ Brad Neuberg que criou na cidade californiana um espaço partilhado para onde convidava todos aqueles que quisessem trabalhar ao seu lado.




Benefícios:
Internet de Alta Velocidade - Salas de Reunião - Localização de destaque - Segurança - Café e Água - Recepcionista Bilíngue - Ambiente sofisticado e design corporativo - Linha telefónica própria - Networking com empresas da rede.


Em Portugal:
Cowork Lisboa foi um dos primeiros espaços de trabalho partilhado a inaugurar no país, em fevereiro de 2010. Neste ‘cowork’, a título de exemplo, as modalidades de trabalho partilhado dividem-se entre secretárias grandes, pequenas, com e sem lugar marcado, com direito a internet, telefone, água, luz, limpeza do espaço, copa, café, fotocópias a preto e branco e salas de reunião, das 9h às 21h. Tudo isto mediante o pagamento de um valor de utilização que pode ser diário ou mensal.
Não só no Porto e em Lisboa, existem 42 espaços de coworking ativos, segundo um estudo levado acabo pela Deskwanted.com, Lisboa ocupa o topo da lista com o maior número de espaços.

2016/01/05

O processo produtivo, o consumo e o marketing

A CERVEJA (do gaulês, através do latim servisia
É uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente, a cevada maltada.
Acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas que foram criadas pelo ser humano.
Atualmente, é a terceira bebida mais popular do mundo, logo depois da água e do chá. É a bebida alcoólica mais consumida no mundo.
Mundialmente, a vida nas fábricas não é uma atividade simples do mundo!
O cumprimento de prazos apertados e de metas e a execução de produtos de qualidade integram parcialmente a rotina dos colaboradores/funcionários.
A bebida mais antiga que os seres humanos consomem
Na realidade, com uma boa edição de vídeo e uma música de qualidade de fundo, qualquer processo produtivo torna-se uma obra de arte.
A Hops on Pointe, uma fábrica de cerveja da Nova Zelândia, decidiu provar isso e contratou uma agência local para fazer o vídeo - o fabrico de uma lata de cerveja
Como vai ver e ouvir, a música e as imagens em conjunto podem transformar a produção das latas num verdadeiro ballet industrial.
Vai dizer que não gostou? Questione-se!
“Qual a relação entre uma marca de cerveja e uma música clássica que pode ser usada numa apresentação de ballet?”
A resposta é bem simples.
A cerveja Hops on Pointe foi desenvolvida em conjunto com o Ballet Real da Nova Zelândia — o próprio nome é baseado na dança: "Lúpulos nas Pontas".

2015/12/29

Ponto de venda online - comércio eletrónico

Espaço ou loja de venda (PDV ou PV, do inglês POS - "point of sale")

Tal como é conhecido no mundo da publicidade, do marketing e da gestão de empresas, é onde um produto é exposto de forma permanente  (independentemente de sazonalidade) ou promocional, isto é, quando são oferecidas vantagens adicionais aos consumidores na aquisição, por tempo limitado. 
https://www.comerciocomhistoria.gov.pt/
https://www.dgae.gov.pt/servicos/comercio-servicos-e-restauracao/comercio-com-historia.aspx?fbclid=IwAR0kCNW45MoislfFr32azqiUvuaSxyp6jE0qm2ymSbuMDdaCOSMpKswdZ1Q
 Local onde se recebem os clientes com o objetivo de vender os produtos expostos. 
Trata-se de um segundo local de exposição que vem somar-se ao local primário — denominado ponto permanente ou ponto natural, e que visa aumentar a rotação do produto. 
 É também utilizado para ambientar o produto dentro de uma loja, destacando-o do restante do local, o que lhe oferece maior visibilidade e possibilidades de facilitar a aquisição.
 Contempla itens que habitualmente fazem parte tais como o mobiliário, os corredores, as caixas, os mostruários (pinhas, refrigerantes, doces, salgados, cigarros, gelados, pastilhas elásticas e revistas) que se revelam úteis, mesmo em locais com espaço limitado porque aproveitam áreas, usualmente, negligenciadas.

Os mostruários normalmente ostentam a marca do produto que está a ser oferecido, e geralmente são confecionados em plástico ou papelão para facilitar seu manuseio. Isto também significa que o designer pode tirar proveito do uso de cores e impressão para tornar o PDV atrativo. Alguns destes pontos podem ter pequenos frigoríficos para refrigerantes ou gelados. Outros PVs podem simplesmente assumir o aspecto de uma cesta de metal simples, ostentando nada mais do que o preço. Este último tipo de mostruário é mais fácil de reabastecer, embora não seja tão apelativo quanto seus congéneres de plástico.

Não inclui o armazém nem a galeria comercial, caso exista.
 Tem de efetuar constantes dinâmicas, de forma a cativar e a diferenciar-se junto dos consumidores.
  Com este intuito existem dois tipos de animação: a animação pontual que consiste numa parceria com o produtor, a fim de escoar determinado produto e animação permanenteque tem como objetivo tornar o espaço mais atrativo para o cliente e para que este se sinta bem e tenha prazer a frequentar o estabelecimento, gerando deste modo a sua fidelização.
EXEMPLOS 
Loja/ponto de venda online de vestuário e calçado
Everlane – que tem uma promoção especial para os próximos cinco dias: quem escolhe quanto quer pagar pelos produtos que compra é o cliente.
Uma marca que se libertou do shopping e fez uma reviravolta psicológica levando o cliente/consumidor a pensar duas vezes. 
Escolha: 110, 132 ou 225 dólares? O preço que preferir é o que terá de pagar por um sobretudo de lã que fora de saldos custa 250 dólares (229 euros). Parece óbvio que vai escolher o preço mais baixo, certo? Nem por isso …

A inovação do consumo consciente
Quando escolhe o valor que quer desembolsar, aparece uma pequena mensagem da empresa:
➔ o valor do preço mais baixo diz-lhe que chega para cobrir os custos de produção e de envio da encomenda;
➔ o valor do preço médio diz-lhe precisamente quantos dólares ganha com a sua compra – e explica que, para além de cobrir as tais despesas de produção e de envio, ainda sobra alguma coisa para fazer face às despesas gerais que tem com a sua equipa de 70 trabalhadores;
➔ o valor do preço máximo diz-lhe que parte daquele valor vai para os bolsos da empresa. Sendo superior aos restantes, maiores serão as despesas cobertas por ele: produção, envio, despesas da equipa. E ainda sobra alguma coisa para investir em crescimento. Daí que esta explicação termine com um “obrigado!”. 
Isto faz toda a DIFERENÇA.
É aqui que a empresa mostra que sabe misturar de técnicas de marketing e de psicologia. Ao perceber, com detalhe, para onde vai o dinheiro – principalmente sabendo que se escolher o valor mais baixo os empregados não ganham nada com a venda da peça – o cliente tende a fazer a escolha ética.
O dilema existe: pago uma pechincha e a empresa não ganha nada com a minha compra ou escolho um preço mais justo e ajudo a empresa a sobreviver?
E o preço escolhido é …
Para já, a Everlane não sabe mas se soubesse provavelmente não diria. Isto, claro, a fazer fé num porta-voz da empresa que, citado pelo site Quartz, afirmou que esses dados ainda não estão compilados e não foi tomada a decisão sobre se irão ser tornados dados públicos ou não. A única informação avançada foram os produtos mais populares: Street Shoe, Slim Trousere Wool Trench para mulheres. 

A partir de 03/12/2018, com o objetivo de acabar com o geoblocking (bloqueio geográfico) injustificado - aplicação de novas regras para comprar online na UE, que defendem as mesmas condições de aquisição em toda a UE, independentemente do local onde o ciberconsumidor - medidas contra o bloqueio geográfico e outras formas de discriminação com base na nacionalidade, local de residência ou de estabelecimento dos clientes no mercado interno.
Na prática permitem que os consumidores façam compras online noutros Estados-membros da União Europeia sem serem bloqueados ou redirecionados para uma versão diferente do website, ou seja, passam a ser tratados como “locais” desse país.
Com base nas novas regras, os comerciantes não podem fazer discriminação de preços e condições de pagamento com base na nacionalidade ou no local de residência dos clientes. Tal aplica-se em três casos específicos que abrangem a venda de, por exemplo, equipamentos eletrónicos, mobília e vestuário, a venda de serviços online como serviços na nuvem, serviços de armazenamento de dados ou alojamento de websites, e a venda de serviços prestados no local, como alojamento em hotéis, eventos desportivos, aluguer de automóveis ou bilhetes para festivais de música ou parques de diversões.
Para os cidadãos, significa que poderão adquirir artigos elétricos, alugar um carro ou comprar bilhetes para concertos online no estrangeiro, tal como no seu país. E para as empresas o fim do bloqueio traduz-se numa maior segurança jurídica para operarem transfronteiras.

Ler mais:

🔗Geo-blocking: o fim do bloqueio geográfico no e-commerce europeu 
🔗Como vão ser as compras online no futuro

As 10 profissões de futuro no retalho - 01/04/2019

Alteração do regime aplicável às PRÁTICAS INDIVIDUAIS RESTRITIVAS DO COMÉRCIO (PIRC) - Decreto-Lei n.º 166/2013, de 27 de dezembro
Decreto-Lei n.º 128/2019, de 29 de agosto

A nova legislação entra em vigor a 1 de janeiro de 2020.
(recomendações de Bruxelas sobre práticas comerciais e reforço da autorregulação)

2015/06/18

A liderança


"Quero que a cada menina que é dito que ela é mandona, deve ser dito que ela tem habilidades de liderança" - Sheryl Sandberg