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2019/05/23

Serviços


Origem e significado

A palavra serviço vem do latim servitium e significa algo que é experimentado, mas não pode ser tocado ou preservado.

Noção

São atos, atividades, ações, atuações ou processos (desempenhos, performances) que uma parte pode oferecer a outra.

Caraterísticas

Essencialmente, é um desempenho intangível

A sua produção pode ou não estar ligada a um produto físico.

Normalmente, não resulta em propriedade ou posse de alguma coisa ou de nenhum dos fatores de produção.
Bens tangíveis, podem ser transportados de um lugar para outro, são mercadorias, equipamentos, prédios, automóveis, etc.

Serviços intangíveis, atividades que se prestam, não materiais, não palpáveis, não ocupam espaço.

Exemplos: 

Se possui um autocarro (é um bem), mas o transporte das pessoas é um serviço.

O primeiro serviço de gestão digital depois da morte.

Os gestores da identidade digital são uma profissão de futuro.




2019/03/30

Emoções

As emoções são o motor do comportamento e do desempenho pessoal e profissional.

Mapa mental



Caraterísticas e qualidades bastante distintas.

O domínio das duas abordagens permite que o Coach/Mentor consiga fazer com que o coachee/mentorado encontre as respostas com maior facilidade, porque aquele já passou pelas mesmas situações que o seu pupilo.

Mentoring é uma espécie de tutoria onde um profissional mais velho e mais experiente orienta e partilha com profissionais mais jovens que se iniciam no mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras. 






Coaching é um processo de aceleração de resultados que consiste no desenvolvimento de competências e habilidades para alcançar resultados planeados com êxito através do empenho e foco. O responsável por conduzir um processo é denominado de Coach que apoia e auxilia através de perguntas e técnicas o coachee (cliente) a sair do estado atual para o estado desejado.
Diferente de um mentor, um coach não precisa necessariamente ter experiência na área de atuação do seu cliente e tão pouco aconselhar ou dar soluções para os seus problemas ou orientações de carreira.
Como é que as emoções afetam a nossa saúde? 27/05/2019 (acedido em 17/07/2019)

2018/05/24

Animação do ponto de venda

A gestão estratégica da experiência do consumidor deve incluir um conjunto de atividades de animação, entretenimento, lazer e cultura para criar experiências lúdicas, de aprendizagem, emocionais e sociais, proporcionando prazer ao consumidor.
A realização de atividades potencia o envolvimento do consumidor com a marca e a realização de mais compras. O consumidor procura animação e sedução nos locais que escolhe para fazer as suas compras, bem como novas sugestões de espaços de venda, que marcam a diferença pela forma como abastecem e correspondem às necessidades e expectativas dos consumidores. Se não houver animação no ponto de venda, ao fim de poucos minutos, o consumidor está desejoso de comprar o que precisa e abandonar o ponto de venda.
Para que isto não aconteça, o espaço comercial deve ser um local amigável, sereno, oportuno e necessário para o seu visitante. 

1. NOÇÃO
Conjunto de ações/atividades que se realizam no ponto de venda para

2. IMPORTÂNCIA
É importante criar ciclos de animação, tendo em conta os seus objetivos:
  • aumentar o volume de vendas; 
  • criar novas razões de compra; e 
  • atrair novos clientes ou fidelizar consumidores numa certa secção da loja.
Relaciona-se com as épocas do ano (Natal, férias, regresso às aulas, etc. …), com a participação dos fornecedores através de um financiamento parcial.

Os ciclos de animação podem ser realizados numa parceria com um produtor ou numa ação pontual do distribuidor → animação pontual, podendo:
merchandising do produtor - escolher para a base da sua promoção, a marca, uma gama de produtos ou um produto; 
 merchandising do distribuidor - desenvolver uma ação promocional do seu grupo ou cadeia de distribuição para promover a imagem de marca, a loja ou uma secção; o objetivo é mais vasto, interessa-lhe a venda de todos os produtos e não esta ou aquela marca.

3. TIPOS
Os espaços de venda podem ser animados de diversas formas, existe a animação temporária ou intermitente/pontual, que tem em conta as necessidades de desenvolver ou ativar as vendas de um ou vários produtos num determinado momento com o objetivo do seu escoamento ou da sua notoriedade.
O ponto de venda deve criar acontecimentos mesmo quando estes não existem oficialmente no calendário. Os meios e animação pontual podem ser utilizados para:
1) aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo; 
2) criar novas razões de compra, atrair novos clientes ou fidelizar consumidores uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade; 
3) responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência. Este tipo de animação pode classificar-se em quatro tipos: meios físicos, meios psicológicos, meios de estímulo e meios pessoais.






Um outro tipo de animação, é a animação permanente, diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de venda atrativo para promover a visita e a fidelização do cliente.




4. OBJETIVOS
➢ Aumentar o volume de vendas através da oferta de benefícios excecionais durante um curto período de tempo, de um modo:
     intermitente - feiras, temáticas, aniversários, Natal, Páscoa, ...
     permanente - som, iluminação, sinalética, decoração, ...
➢ Criar novas razões de compra, atrair novos clientes (captar a atenção) ou fidelizar consumidores a uma determinada secção ou loja, através de uma ação apoiada por uma campanha de publicidade através de:
    suportes PLV (publicidade no local de venda);
    ILV (informação no local de venda), atividades culturais.
Dar vida à loja/ponto de venda, trazer os consumidores à loja e dinamizar as vendas, quando o consumidor já se encontra na loja.
➢ Responder a alguma ação desenvolvida pela concorrência.

5. TÉCNICAS
São utilizadas várias as técnicas para desenvolver ações de animação: 
- as promoções
- a publicidade no local de venda; e 
- a animação (permanente e promocional) no local de venda.
Quanto às técnicas a utilizar para implementar as formas de animação poder-se-ão utilizar todas quantas a imaginação permitir, nomeadamente decorações especiais em toda a loja ou só numa secção, a utilização de meios audiovisuais, a montagem de stands ou displays específicos, a organização de jogos, sorteios, concursos, degustações e provas, entre outras.

6. MEIOS ou COMPONENTES 
Para além das promoções e da publicidade, os meios de animação (permanente/ pontual) do ponto de venda podem classificar-se em quatro tipos: 
(outra metodologia – 3 componentes de animação)
Meios físicos
- ilhas - topos ou ilhotas de gôndolas - pilhas - cestos e expositores - stand-up's - balcões - stoppers - suportes (cabides, ...) - cartazes - carrinhos - displays - ...
Meios psicológicos
- preços de choque - ofertas agrupadas - apresentação repetida em vários pontos da loja - quebras de rotina (zonas quentes e frias) -  ciclos de animação (feiras, aniversários, ...)
Meios de estímulo
- luz - cheiro - som (rock convida a ficar menos tempo; clássica/calma convida a ficar mais tempo) - temperatura - meios audiovisuais - criação de cenários, ambientes temáticos e personagens - mensagens áudio e vídeo - stands - ambiente higiénico.
Meios humanos - pessoas:
(vendedor, pessoal de APV, espetáculos, stand de demonstração/experimentação)
- consciência de formação dos colaboradores por parte do retalhista;
- menor rotatividade de funcionários, maior satisfação dos clientes;
- menor variabilidade do serviço;
- influência na qualidade percebida pelos clientes, aos níveis intangível (confiança, disponibilidade, segurança e empatia) e tangível (aparência e higiene);
- para além das habilidades requeridas, capacidades físicas e cognitivas, importância de exigência da componente emocional, face ao contato com os clientes heterogéneos, tendo em conta o stress resultante dos conflitos interpessoais e inter-organizacionais.
- grande fonte de informação, pois uma empresa orientada para a experiência do consumidor encara a inovação e a criatividade dos seus empregados como capital intelectual crítico para a organização.

7. ANIMAÇÃO PERMANENTE 
Diz respeito a tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo e passível de transmitir entusiasmo, promovendo sucessivamente visitas dos clientes e gerando a fidelização pela distinção.

7.1. Elementos
O merchandising é o responsável pelos atrativos e animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.
O visual merchandising cria o impulso de compra para o cliente por meio de alguns instrumentos como o design, as instalações, o layout, os produtos, a música, a iluminação, as vitrinas ou montras, a sinalização, entre outros.

A animação permanente pressupõe a existência de um conjunto de condições diferenciadoras e caraterizadoras da atração do PDV - visual merchandising como:

Design - (arquitetura da loja) => apresentação/aspeto interna e externa como a comunicação, a decoração, o espaço, a localização, o serviço, o sortido, o atendimento, entre outros => «ingredientes» que  fazem a diferença e que contribuem para a fidelização dos clientes (tudo quanto possa tornar o espaço de vendas atrativo para transmitir entusiasmo, promover sucessivamente visitas  os clientes e gerar a fidelização pela distinção.

Ambiente - ou atmosfera da loja – estilo do ambiente.

Layout - (planeamento/organização) projeto da loja é o conjunto da distribuição dos equipamentos com os produtos, dos espaços internos (áreas de apoio, promocional e de circulação) e da iluminação, representado em planta, definindo a operacionalidade e funcionalidade da loja.

Produtos

Instalações - equipamentos, balcões, mobiliários e suportes para os produtos expostos na loja; são também a operação e atuação da própria loja, como proposta comercial.

Música (som) é um dos elementos da animação permanente do ponto de venda.
O merchandising (visual merchandising) é o responsável pela animação no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto.



A existência de música ambiente adequada pode contribuir para aumentar a permanência do consumidor no interior da loja e assim ter mais tempo para comprar, pois o consumidor deve sentir-se feliz e bem ambientado dentro do ponto de venda.
A distribuição do som deve ser equilibrada no espaço e minorar o efeito do ruído da loja. Normalmente, quando é utilizada a música de fundo, corre-se o risco de que esta não seja apropriada, quer para o tipo de cliente, quer para o momento, pelo que é necessária a preocupação de medir as reações habituais dos clientes a esta forma de animação.
A música ambiente aplica-se não apenas às áreas de vendas, mas também aos elevadores e “toilettes”.
Deve ser escolhida, não ao gosto pessoal do lojista, mas sim dos consumidores. A opinião deles é importante. A opção deve recair pela música variada e deve-se ter em atenção o volume do som, pois muito alto, enerva.
Em alguns pontos de venda pequenos, e apesar do aspeto simpático da dimensão regional, a rádio local tem o inconveniente de fazer publicidade dos concorrentes e ter uma escolha musical que nem sempre se adapta ao ponto de venda.

http://exame.abril.com.br/pme/7-formas-que-a-musica-de-uma-loja-faz-o-cliente-comprar-mais/

Se for feito esse investimento, deve ser aproveitado para, em ocasiões especiais, com a ajuda de um microfone, fazer-se publicidade, concursos e jogos. Este tipo de ações contribui para fidelizar a clientela.
Ler mais: - http://www.viesdesign.com.br/2015/04/marketing-sensorial-o-uso-da-musica.html
                - http://www.estrategiadigital.pt/marketing-sensorial/
                - http://www.mundomax.com.br/blog/som-ambiente/usar-musica-melhorar-vendas-lojas-comercio/


Iluminação
Menos é mais – a tua equação de energia
7 IDEIAS LUMINOSAS PARA POUPAR ENERGIAS
A iluminação artificial representa cerca de 13,6% da eletricidade que consumimos em casa. Conhece algumas dicas para poupar energia com a iluminação.
1 Privilegia a iluminação natural
Sempre que possível, abre os estores e remove os obstáculos que interfiram com a entrada da luz. Deixa o sol iluminar a tua casa ou a tua sala de aula. A conta da eletricidade baixa e o teu espaço ganha uma nova cor.
2 Amplifica a luz no interior
Utiliza cores claras (preferencialmente branco) nos tetos e paredes pois são estas cores que melhor refletem a luz dando um melhor conforto visual aos espaços a iluminar.
3 Usa apenas os níveis de iluminação necessários
Desliga a iluminação dos espaços que não estão ocupados, e quando tens mais do que um interruptor para ligar a luz, liga apenas os estritamente necessários.
4 Escolhe soluções adequadas aos espaços
Tem em consideração o local onde vais instalar a iluminação (exemplo: espaço de lazer, trabalho/estudo, corredor) e, tendo em atenção as tuas necessidades: avalia se a conjugação entre o ponto de luz (lâmpada) e a luminária (estrutura onde o ponto de luz é incorporado) vai ao encontro do teu conforto visual e não provocam encandeamento.
5 Prefere os equipamentos com melhor classe energética
Para uma compra mais eficiente, deves observar a etiqueta e optar pelos equipamentos de iluminação que apresentar uma melhor classe energética. Na embalagem encontras ainda o tempo de vida da lâmpada. Já agora, sabes ler uma etiqueta energética? Se não sabes consulta o Manuel da Etiqueta Energética no site da ADENE (www.adene.pt)
6 Recorre a dispositivos de gestão e controlo da iluminação
Nos espaços em que a necessidade de iluminação é pontual, mas essencial por questões de segurança, podes recorrer ao uso de dispositivos de controlo para evitar consumo desnecessário. Podes optar por comandos por relógio, com horários ajustados, ou por célula fotoelétrica ou ainda a sensores de movimento/presença.
7 Regula a luz para níveis que necessites
Há sistemas de iluminação que permitem a regulação do fluxo luminoso da luminária por parte do utilizador (estes sistemas podem ser integrados com as lâmpadas LED). Esta tecnologia permite ajustar a luz para níveis de iluminação pretendidos, reduzindo assim os consumos de energia.
CONHECES O QUE TE ILUMINA?
Para que consigas uma maior poupança de energia, é importante que conheças o equipamento que te ilumina. Conhece as diferenças entre os vários tipos de lâmpadas.
Incandescentes
Devido ao seu elevado consumo de energia elétrica (baixa eficiência energética), estas lâmpadas foram descontinuadas em 2012, ou seja, já não se podem vender. Este tipo de lâmpadas tem em média um tempo de vida útil de 1 000 horas.
Halogéneo
Podes encontrá-las em corredores, halls ou como iluminação decorativa. Embora tenham um consumo inferior às Lâmpadas Incandescentes, têm um consumo eleva do face às tecnologias mais recentes, pelo que têm vindo a ser descontinuadas desde setembro de 2016. Este tipo de tecnologia tem uma eficiência reduzida porque emite muito calor.
Fluorescentes tubulares
São as mais utilizadas hoje em dia, podendo ser encontradas em open-spaces, centros comerciais, garagens, hallsde grandes edifícios, salas de aulas, corredores, cantinas, etc. Estas lâmpadas são caraterizadas por terem um reduzido consumo de energia (cerca de menos 70% a 80% do que as Lâmpadas Incandescentes) e por possuírem um tempo de vida de cerca de 8 a 10 vezes superior.
Fluorescentes Compactas
São vulgarmente denominadas por lâmpadas economizadoras por terem um consumo muito reduzido face às de incandescência, da ordem de 70% a 80%. Estas lâmpadas têm a particularidade de, após acionado o comando, demorarem alguns segundos até atingirem a sua luminosidade máxima.
LED

São neste momento as fontes de luz que consomem menos energia, podendo ser encontradas nos mais diversos locais e feitios. Os seus consumos são cerca de 90% inferiores às lâmpadas incandescentes e podem durar até 50 000 hor as. A iluminação LED também tem uma aplicação muito eficaz na iluminação exterior, em particular nas vias públicas.

(...) 

Negociação

Manutenção
(a completar)

2017/08/05

Endividamento das famílias, em Portugal


O crédito ao consumo mais elevado (dos últimos sete anos) do que antes do PAEF, segundo o Banco de Portugal -  quase seis mil milhões de euros.
Em 2016, as famílias portuguesas obtiveram, em média, 500 milhões de euros, por mês.

Fonte: Relatório de Acompanhamento dos Mercados Bancários de Retalho

2017/04/25

Slogan como um dos elementos ou técnicas para identificar a marca - nome, ideia, produto/serviço, empresa, entre outros.


P.S.: Código de Auto-Regulação da Comunicação Comercial em matéria de Bebidas Alcoólicas – Vinhos e Espirituosas, em vigor desde 22-07-2014 - ICAP e ANEBE

http://www.anebe.pt/pt/bebidas-espirituosas/downloads.html

Proibição da venda e comercialização de todo o tipo de álcool (bebidas espirituosas) a menores de 18 anos - DL nº 106/2015, 16/6.

2017/04/16

Identidade, imagem e marca




A IDENTIDADE corporativa (organizacional ou empresarial) é o conjunto de caraterísticas, valores e crenças com que a organização se auto-identifica e se diferencia das outras organizações existentes no mercado. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Identidade_corporativa
O papel da responsabilidade social na identidade de uma marca

Manifesta-se na construção da imagem corporativa através de:
Origem: do latim imagine.
Significado: aquilo que lembra uma certa coisa, por ter semelhança ou relação simbólica.           
Noção  
- Perceção exterior de uma identidade; no contexto organizacional, é como percebemos as coisas. 
- Conjunto de significados (representações, atuações) através dos quais as pessoas descrevem, recordam e relacionam ou conhecem o objeto ou produto/serviço.
- Resultado da interação de crenças, ideias, sentimentos e impressões constituídas pelas pessoas sobre o objeto ou produto/serviço.
- Representação mental (afetiva e racional) que um indivíduo faz de uma organização, o qual associa a uma empresa ou marca.
- Relaciona-se com a identidade visual que é construída através das diversas percepções da comunicação, em relação à publicidade: logotipos, cores, embalagens, etc.
- É a forma de como uma empresa é vista e avaliada pelos públicos, estando relacionada com aquilo aquilo que a organização representa.
Os profissionais de relações públicas trabalham a imagem para despertar o interesse dos consumidores e valorizar a marca.
Uma empresa que que ignora a sua imagem pode encontrar uma variedade de problemas. Se a empresa não sabe muito bem como é a tela original (a identidade), não consegue distribuir as peças corretas para preencher a tela na cabeça das pessoas (a imagem).
Formação          
- Impressões que as pessoas experimentam quando confrontadas, direta ou indiretamente, com um objeto e que são simplificadas em conceitos de  bom-mau, agradável-desagradável, sobre a realidade.
 - Todas as comunicações ou mensagens que recebemos de uma organização.
Quando maior a quantidade de sinais, maior formação de imagem mais clara da empresa.
Elementos
- Força: rapidez e a espontaneidade com que uma empresa se associa a um estímulo.
- Conteúdo: atributos ou as características que se associam à organização.
- Notoriedade: grau de conhecimento que as pessoas têm da organização.
Caraterísticas   
- Reflete a qualidade do produto/serviço, as estratégias de mercado  e o ambiente de trabalho, com reconhecimento e fidelidade dos clientes (Nike).
- Define como a empresa se parece, como ela é percebida, ao contrário da identidade que define quem a empresa é.
- Não é absoluta porque diferencia-se, consoante os públicos, em função dos atributos próprios de cada grupo implicado.
Importância      
- Incentivo à venda de produtos e/ou serviços.
- Recrutamento de pessoal.
- No meio financeiro.
- Confiança dos públicos-alvo, internos e externos. 
- Dá autoridade à organização, é a base de sucesso e um instrumento estratégico da gestão do topo.
Conclusão:
É a síntese das ações de comunicação da organização para os seus públicos, a vários níveis consoante as seguintes técnicas de projeção da identidade:
- Publicidade corporativa - transmissão da identidade por excelência que se reflete diretamente na imagem;
- Relações públicas – compreensão e aceitação da empresa para manter a imagem positiva (relação causa e efeito entre a identidade e a imagem), destacando-se;
Publicidade - dentro da técnica de Relações Públicas, é a atividade que procura obter o espaço editorial gratuito nos meios de comunicação e produz impactos de alta retenção na memória dos recetores, devido ao seu carácter de credibilidade;
Patrocínio - suportar, total ou parcialmente, os custos de um programa ou atividade. É um complemento da publicidade corporativa em que se podem economizar custos, mas onde são visíveis os elementos identificadores da empresa;
Mecenato - forma de Patrocínio associado às atividades relacionadas com as ciências, as artes e as letras;
Lobby - prática regulamentada de influência sobre os públicos decisores. É uma técnica fortemente influente na imagem corporativa.
Representação gráfica (identidade visual) - design é uma forma de se comunicar visualmente um conceito ou uma ideia, através de técnicas formais.
É o conjunto de elementos formais que representa visualmente um nome, uma ideia, um produto ou serviço ou uma empresa; pode englobar um símbolo, um conjunto de cores, os padrões de fontes, o site, os cartões-de-visita, os carros, uniformes, enfim, todo o aparato visual de uma empresa. 
No meio publicitário, é comum visualizar a “marca” (símbolo ou desenho), o “logotipo” (conjunto de letras) e a “logomarca” (conjunto do símbolo e das letras).
É a imagem ampliada da marca.

A IMAGEM DA MARCA refere-se à forma como os consumidores percecionam a marca de uma empresa. Define quais as sensações e imagens que os consumidores visualizam quando confrontados com o logotipo da marca em questão. Num mundo global, onde a informação circula à velocidade da luz, qualquer ação que a empresa possa tomar pode ter impacto na imagem da sua marca, nomeadamente o seu posicionamento a nível ambiental, ético, entre outros.

A IDENTIDADE DA MARCA diz respeito à forma como a empresa pretende que os consumidores percecionem a marca
As empresas tentam estreitar o diferencial entre identidade da marca e imagem da marca, por forma a ser o mais eficaz possível nas suas ações de marketing. Inclui os valores morais que a empresa gostaria de ver associados à sua marca. 
Branding ou brand management, GESTÃO DA MARCA de uma empresa, tais como seu nome, as imagens ou ideias a ela associadas, incluindo slogans, símbolos, logotipos e outros elementos de identidade visual que a representam ou aos seus produtos e serviços.
- Nome propriamente dito, expressão, forma gráfica que individualiza e identifica uma empresa/produto/serviços para diferenciá-los da concorrência (nome, logotipo, logomarca e símbolo-marca).
- Ligação entre a empresa - a sua missão, a visão e os valores - e os consumidores.
- Sentimento que uma pessoa tem em relação a uma empresa/produto/serviço; algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).

O símbolo da Nike não é a marca em si, mas representa os conceitos de desporto que a Nike quer associar à sua marca. A maçã da Apple não é a marca em si, mas representa os conceitos de inovação e alta tecnologia que a Apple associa a si mesma.
O exercício da razão e dos sentidos vitais fica por conta dos logotipos, ícones e avatares.

- Storytelling (narração de histórias) - https://www.tracto.com.br/o-que-e-storytelling/

A marca "Tommy Hilfiger", no âmbito da política de comunicação ou promoção do marketing-mix, acedido 10/05/2020

A marca "Bordallo Pinheiro" é uma das que melhor espelha a identidade portuguesa, embora tenha passado por muitos altos e baixos ao longo da sua história. Ainda hoje, tem as portas abertas, nas Caldas da Rainha, onde Rafael Bordalo se instalou para tentar curar uma bronquite no final do século XIX.


As 100 marcas mais valiosas do mundo, 25/ago/2018 

Registo e licenciamento
Patente - título de propriedade sobre uma invenção ou modelo de utilidade e, portanto, não tem nada a ver com MARCA. A invenção é patenteada e a marca é registada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), para garantir a proteção contra o uso indevido e os atos de concorrência desleal, que não haja violação de direitos de terceiros, o direito de impedir terceiros que utilizem marca idêntica ou semelhante para os mesmos produtos ou serviços. Com o licenciamento da marca, os titulares auferem de royalties pelos direitos de exploração, uso, distribuição ou comercialização do referido produto ou tecnologia. 
Componentes
Segundo o marketing, a marca vai além da sua própria representação gráfica; neste sentido mais amplo, são apenas parte da marca:
LOGOTIPO
- Representação gráfica de letras fundidas num só tipo que, formando uma sigla ou palavra, representam a marca ou nome fantasia.
- Por extensão: é a marca constituída por grupo de letras, sigla ou palavra, especialmente desenhada para uma instituição, empresa, etc. (sem a presença de um símbolo/desenho)
- Utilização de letras (especialmente desenhadas ou adaptadas) para compor o nome de uma empresa ou produto/serviço.
- Assinatura institucional
- Conjunto formado por letras e imagens que identificam ou simbolizam uma entidade (marca, produto, serviço).
- É composto por partes distintas: o símbolo e a tipografia, que juntos compõem o logotipo em si (nome fantasia da empresa); poderá, se for caso disso, ser registado, via INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial que inscreve a marca mas na realidade regista o logotipo.
Se no logotipo há a presença de elementos tipográficos (o nome faz parte do símbolo), na logomarca, a imagem pode ser composta exclusivamente por elementos gráficos (figurativos ou não-figurativos) – símbolo e nome são independentes. Existem símbolos híbridos como, por exemplo, a marca da Wikipédia, que conta com símbolo e tipos.
LOGOMARCA
- Representação gráfica/visual da marca que reúne as letras do nome da empresa e outros elementos.
- Termo usado incorretamente para designar logotipo, símbolo ou marca. A confusão nasce quando se cruzam os conceitos de marca e logotipo.
- Logomarca significa ‘significado do significado’, ou seja, significa nada. Logo’ vem do grego logos e significa ‘palavra, significado’. Marca vem do germânico marka, que também é ‘significado’.
- Mistura de logo e logotipo, ou seja, mistura do símbolo com o nome da marca.
Observe que no logotipo o nome faz parte do símbolo e na logomarca símbolo e nome são independentes.
Há também o complemento que é qualquer informação, seja palavra ou imagem que complemente o conjunto da logomarca.

SÍMBOLO (SÍMBOLO-MARCA)
Símbolo gráfico, geométrico ou figurativo, utilizado como marca; marca-símbolo; símbolo-marca.
Figura ou desenho da marca. Pode ser abstrato ou figurativo, e neste segundo caso, expressar exatamente o significado ou serviço proposto (símbolos da Nike, Volkswagen, Apple).
Ilustração que visa representar graficamente um conceito, dando um significado ao logotipo. Juntos, símbolo e logotipo, compõem a marca (ou a representação gráfica da marca).

ÍCONE
Símbolo visual que representa o posicionamento no mercado, a aplicação da entidade ou mesmo o sentimento pela marca; muitas vezes, substituem os logotipos ou aparecem como complemento.
AVATAR
Evolução do logotipo e do ícone.
Representação que pode envolver todos os sentidos humanos, usando principalmente animações e sons.
JINGLE
Refrão publicitário; neste caso, o seu papel pode ser efémero. O jingle de marca é uma música, passível de se identificar com a marca para depois a apresentar para sempre.
Em Portugal: 
Mokambo, 23/01/2017
http://imagensdemarca.sapo.pt/atualidade/o-iconico-jingle-da-mokambo-voltou/, 26/01/2017
http://trendy.pt/2017/01/temos-de-falar-sobre-o-novo-jingle-da-mokambo/
http://observador.pt/2016/01/22/20-jingles-publicitarios-ainda-no-ouvido/, 22/01/2016

SPOT - também é uma produção de áudio utilizada como peça publicitária na rádio ou TV. Diferente do jingle que é cantado, o spot é falado ou produzido com uma locução simples ou mista (duas ou mais vozes), mixada com ou sem efeitos sonoros e uma música de fundo. Normalmente o  spot é utilizado na publicidade quando há muita informação a ser transmitida numa só mensagem, e também tem uma duração entre 15, 30, 45 ou 60 segundos.

Frase que reforça a marca e procura resumir, em poucas palavras, o posicionamento dessa marca junto ao público; normalmente, é utilizado junto com a logomarca (logotipo), na assinatura de peças de comunicação.

Deve ser curto e desenvolvido a passar, com poucas palavras, com toda uma estratégia de posicionamento da marca.

ASSINATURA
Reserva-se o termo slogan para as frases publicitárias e o termo “assinatura” de marca para expressões que acompanham, na maioria dos casos, as marcas institucionais e, menos, as marcas produtos.

GRAFISMO da marca (marca gráfica ou códigos gráficos)
São elementos permanentes de expressão formal de uma marca. Favorecem a identificação e a atribuição da marca em todos os registos de expressão: documentos internos da empresa, como o papel de carta, as embalagens, a publicidade, a promoção, entre outros.

Em Portugal:Navigator, 08/02/2017
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