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2022/06/19

Gestão

Definição

Embora não seja possível encontrar uma definição universalmente aceite para o conceito de gestão, o qual evoluiu muito ao longo do último século, existe algum consenso relativamente a que este deva incluir obrigatoriamente um conjunto de tarefas que procuram garantir a afetação eficaz e todos os recursos disponibilizados pela organização para os objetivos pré-determinados serem alcançados.

Por outras palavras, cabe à gestão a otimização do funcionamento das organizações através da tomada de decisões racionais e fundamentadas na recolha e tratamento de dados e informação relevante e, por essa via, contribuir para o seu desenvolvimento e para a satisfação dos interesses de todos os seus colaboradores e proprietários e para a satisfação de necessidades da sociedade em geral ou de um grupo em particular.

De acordo com o conceito clássico inicialmente desenvolvido por Henry Fayol, compete à gestão atuar através de atividades - de planeamento, organização, liderança e controlo - para atingir os objetivos organizacionais pré-determinados.

Para desempenhar as funções descritas acima, os gestores recorrem muitas vezes a técnicas já experimentadas e demonstradas cientificamente. Por outro lado, utilizam também conhecimentos de diversas disciplinas científicas tais como a matemática, as ciências sociais e humanas, a economia, o direito, entre outras. Daqui concluirmos que a gestão pode ser considerada uma ciência na medida em que comporta uma acentuada componente científica.

Contudo, a gestão não pode ser considerada como uma ciência na verdadeira aceção da palavra pois as teorias gerais demonstradas cientificamente raramente são suficientes para o processo de tomada de decisões. É também necessário algum conhecimento empírico (alguns chamam-lhe arte) de forma a preencher a distância que separa as teorias gerais da realidade vivida em cada organização. Deriva daqui a importância da experiência e do convívio com as situações concretas vividas diariamente no local onde se desenrola a ação. Esta é uma das principais razões apresentadas pelos defensores da realização de estágios práticos após a aquisição dos conhecimentos técnicos durante o período escolar.

Das várias organizações, a empresa é, sem dúvida, uma das mais importantes e com maiores repercussões nas nossas vidas. Contudo, nem todas as iniciativas empresariais terminam em sucesso. Na realidade, mesmo num país de empreendedores e onde as técnicas de gestão estão mais desenvolvidas, como os Estados Unidos da América, 24% dos novos negócios falham nos primeiros dois anos, e apenas 48% se mantêm para além de quatro anos (The 1990 Guide to Small Business, US News & World Report, 1989). Os custos da má gestão são elevados para a sociedade e não são apenas os recursos financeiros e materiais que são desperdiçados. Também as pessoas que constituem essas empresas - gestores incluídos - sofrem as consequências negativas do seu encerramento. Falências de empresas de significativa dimensão podem resultar em problemas sociais graves quando desenvolvem a sua atividade (como acontece, por vezes) em regiões onde as alternativas de emprego para os seus habitantes são reduzidas. Quando representam um peso significativo no conjunto dos seus clientes ou dos fornecedores, os seus problemas podem acabar por refletir-se naqueles. Na maior parte dos casos, a causa da falência de empresas deve-se a má gestão. De facto, cada vez mais se reconhece que o fator mais significativo na determinação do desempenho e do sucesso de qualquer organização é a qualidade da sua gestão.

De uma forma relativamente simples mas abrangente podemos começar por conceituar gestão como o processo de se conseguir obter resultados (bens ou serviços) com o esforço dos outros. Pressupõe a existência de uma organização, isto é, várias pessoas que desenvolvem uma atividade em conjunto para melhor atingirem objetivos comuns. Excluindo do conceito de gestão a ação individual de quem trabalha isoladamente, como é o caso de profissões liberais, por exemplo, constatamos que a generalidade das pessoas que trabalham em organizações ou é gestor ou trabalha na subordinação de um gestor. Pode aliás acontecer que as duas situações se verifiquem em simultâneo, como é o caso dos gestores intermédios, que são gestores mas dependem de outro(s) gestor(es) de nível superior.

Muitas vezes, provavelmente na maior parte dos casos, além da orientação e coordenação de pessoas, a gestão implica também a afetação e o controlo de recursos financeiros e materiais.

A gestão é o processo de conceber e manter um ambiente no qual os indivíduos, conjunta ou individualmente, atingem eficientemente* os objetivos definidos. É esta a preocupação de gestores e executivos. E todas as organizações têm necessidades de gestão para serem mais produtivas, mais eficazes e mais eficientes, para crescerem e gerarem lucros. Assim, a gestão está presente em todas as funções e em todos os níveis hierárquicos - ainda que com diferentes exigências e especificidades.

* Desempenho organizacional: eficiência e eficácia.

A eficiência define-se como a quantidade/valor dos recursos usados para atingir uma meta/objetivo. Procura-se que aquela quantidade seja a mínima possível sem comprometer a eficácia. Relaciona-se com fazer bem as coisas, com os processos.

A eficácia organizacional é o grau com que uma organização atinge as suas metas/objetivos declarados. Significa satisfazer o consumidor, que reconhece valor nos produtos e/ou serviços por ele adquiridos. Relaciona-se com fazer as coisas certas.

A eficiência é conseguir o maior resultado (ou output) com a menor quantidade de recursos (ou inputs). Como aumentar a eficiência? Numa empresa industrial a eficiência pode ser aumentada diminuindo os níveis de stocks, os desperdícios, o tempo que os trabalhadores demoram a realizar uma tarefa - genericamente, diminuindo os custos de produção. Para conseguir esta diminuição dos custos de produção, os executivos podem investir em equipamentos e tecnologias mais modernas que contribuem para aumentar a produtividade dos trabalhadores ou maiores níveis de produção com os mesmos recursos. Os investimentos podem diminuir a utilização de recursos, como sejam os equipamentos que consomem menos energia que permitem poupar nos custos.

Fonte: Adaptado de Robbins S. e Coulter M. (2005), Management, 8th Ed., Upper Saddle River, New Jersey: Jearson/McGraw-Hill

Áreas 

Objetivos

Os objetivos são o resultado desejado de qualquer atividade. Devem ser descritos de forma concreta.

A importância dos objetivos

Revela-se preponderante o estabelecimento de objetivos. Cada vez mais as empresas se dedicam à definição a curto, médio ou longo prazo das suas linhas de orientação, de forma a obter proveito das vantagens que essa mesma definição proporciona.

Papel - estabelecer um compromisso entre eficiência e eficácia.

Funções 

Planeamento - envolve a definição dos objetivos e das metas, a decisão sobre as tarefas a realizar e a seleção dos recursos (humanos, financeiros, materiais, tecnológicos) necessários para atingir as metas e os objetivos delineados.

Organização - traduz a forma como a empresa vai desenvolver a sua atividade para concretizar o que planeou; consiste na atribuição de tarefas, no agrupamento das tarefas em órgãos, na delegação de autoridade e responsabilidade e na distribuição de recursos pela empresa.

Liderança - consiste em dirigir, influenciar e motivar os membros da organização para que todos contribuam para que as metas e objetivos delineados sejam atingidos.

Controlo - monitorização de atividades e das pessoas afetas a essas atividades, verificação do alcance de metas e objetivos (ou se estão em vias de), fazer as correções.

Evolução

5 000 a.c. - Suméria → registo das 1.ªs colheitas de cereais

4 000 a.c. - Egito → planificação, organização e direção de trabalhadores na construção das pirâmides

2 300 a.c. - Código de Hammuravi (ou Hamurabi, 1.º código de leis da história, Mesopotâmia, Babilónia) → regulação das relações de troca (comércio), do comportamento e das relações interpessoais, das remunerações, das punições, entre outros

500 a.c. - China → introdução do princípio da especialização,de um organismo governamental com três departamentos - contabilidade, segurança e produção

Século XVIII - Revolução Industrial - realce da riqueza das nações de Adam Smith - a divisão do trabalho (fábricas) - produção industrial mecanizada: o nascimento das fábricas foi o 1.º paradigma da administração, com a defesa da racionalização da produção, da divisão de tarefas, da supervisão e da obediência hierárquica.

O Império Romano não seria possível sem organização e gestão, assim como os Descobrimentos, as Guerras, entre outros.


Abordagem/Perspetiva estrutural - 1870/1940

Século XIX e início do século XX (2.ª fase da Revolução Industrial)

Era da Produção em Massa (1920-1949) - caracterizou-se pela produção em massa de bens sem qualquer preocupação com cliente; a empresa determinava a especificação do produto para assegurar a padronização do processo na linha de montagem. Assim, procurava-se atingir grandes volumes de produção para baixar o custo.

Ênfase: tarefas

Administração científica - Frederick Taylor, Henri Fayol (Europa), Henry Ford

- Teoria/Gestão científica de Frederick Taylor, 1911: organização racional do trabalho - racionalização do trabalho, organização da empresa, salários estimulantes, estudo dos tempos e movimentos

- Teoria de Henry Ford, 1941: produção em série ou em massa - especialização do operário, salários elevados, ausência de hierarquia e organização, produção padronizada em material e mão-de-obra.

Ênfase: estrutura orgânica

- Teoria clássica de Henri Fayol, 1916: princípios administrativos -  direção, organização, estrutura organizacional, função administrativa com 5 funções da gestão: técnica, comercial, financeira, segurança, administrativa.

Abordagem/Perspetiva humanística - 1930/1990 da administração/teoria organizacional (teoria administrativa)

Procura de uma maior eficiência nas empresas. O foco sai da tarefa ou organização e passa para as pessoas como o próprio nome sugere.

- Teoria geral da burocracia nas organizações de Max Weber, 1930: organização burocrática - modelo racional e transversal às empresas independentemente da atividade.

- Teoria estruturalista de Amitai Etzioni, 1960 - sociologia, interaçoes entre organizações.

Ênfase: pessoas

- Teoria das relações humanas de Elton Mayo, 1924: ciências comportamentais - psicologia do trabalho, organização como sistema informal, ser social que reage como membro do grupo, incentivos sociais e simbólicos.

- Teoria de Kurt Lewin, 1935

Abordagem/Perspetiva da ciência da gestão - 1940/1990 

- Teoria do comportamento organizacional de Herzberg, 1966 - psicologia organizacional, estudo e compreensão do comportamento humano nas organizações; fatores higiénicos (extrínsecos) e motivacionais (intrínsecos).

- ... McGregor, 1971

Teoria dos sistemas - 1950/1990 

Era da Eficiência (1950-1988) - caracterizou-se pela preocupação da empresa em controlar as suas operações para obter a produtividade; a ênfase era sobre o controlo administrativo (planeamento, orçamento, avaliação e outros procedimentos administrativos). A empresa continuava distante do cliente e burocratizava-se crescentemente, voltando-se para dentro de si.

Ênfase: ambiente

- Teoria de Ludwig von Bertalanffy, 1960: sistemas - a organização não pode ser completamente compreendida pela simples análise e compreensão de cada uma das partes isoladamente.

Teorias da contingência - 1970/1990

Era da Qualidade (1970-1989) – caracterizou-se pela procura da satisfação do cliente. Através da filosofia da melhoria contínua dos processos. Para tanto, desenvolveu-se a gestão através de equipas para motivar e comprometer as pessoas com os resultados.

- Teoria da contingência de Burns & Stalker, 1961 - não há uma forma ou modelo único que seja o melhor para atingir a eficácia organizacional face a objetivos variados em ambientes diversificados. "Centrada em algo que pode ou não acontecer".

Gestão da qualidade total - 1980/1990

Organização em aprendizagem - 1990/2010

Aprendizagem organizacional - economia baseada em conhecimento e competências organizacionais

- Teoria de Peter Senge -  

Era da Competitividade (a partir de 1990) – a principal característica é a procura da sobrevivência da empresa numa economia cada vez mais globalizada, o que exigirá concentrar os seus esforços num foco de negócio específico em que será competitiva (“core pertence”). Para tanto, deverá agregar à filosofia da qualidade (que já assimilou na Era anterior) a procura de parcerias com outras empresas e modelos de gestão mais avançados (de onde emergiu nos últimos anos, a Reengenharia).

Já se vislumbra uma próxima era emergente, que alguns estão a designar de “Era do Capital Humano”, quando a principal característica das empresas será a sua sobrevivência através da sua competência baseada no conhecimento, ou seja, nas pessoas (talentos): assim, ao capital físico e financeiro, deverá se agregar o capital humano como o mais importante para a competitividade de uma empresa.

Era da Revolução Digital - Era do Conhecimento/Era do Capital Humano em que as pessoas são o maior património que as organizações possuem e devem tratá-las com eficiência e eficácia.

The Technology - Driven Workplace - 2000/2010

Século XXI - Teoria do Caos

                    - Sociedade do conhecimento -  Peter Drucker

                    - Vantagens competititvas - Porter

 

Científica e clássica

Burocracia

Estruturalista

Relações humanas

Behaviorismo

Sistemas

Contingencial

Ênfase

Tarefas e estrutura organizacional

Estrutura organizacional

Estrutura e ambiente

Pessoas

Pessoas e ambiente

Ambiente

Ambiente e tecnologia (mas percebendo tarefas, pessoas e estrutura)

Organização

Formal

Formal

Formal e informal

Informal

Formal e informal

Sistema

Dependente do ambiente e da tecnologia

Conceito de organização

Sistema social como conjunto de papéis

Sistema social como conjunto de funções oficializadas

Sistema social intencionalmente construído e reconstruído

Sistema social como conjunto de papéis

Sistema social cooperativo e racional

Sistema aberto

Sistema aberto e sistema fechado

Principais autores

Taylor; Fayol; Gilbreth; Urwick; Emerson; …

Webwe; Merton; Selznick; Michels; …

Etsion; Thompson; Blau; Scott; …

Mayo; Follett; Dubin; Cartwright; Lewin; …

Simon; McGregor; Bamard; Argyris; Likert; Cyert; Schein; …

Katz; Kanh; Jonhson; Rice; Hicks; …

Thompson; Lawrence; Lorsch; Perrow

Conceção do Homem

Económico

Organizacional

Organizacional

Social

Administrativo

Funcional

Complexo

Sistema de incentivos

Materiais e salariais

Materiais e salariais

Mistos: materiais e sociais

Sociais e simbólicos

Mistos: materiais e sociais

Mistos: materiais e sociais

Mistos: materiais e sociais

Resultados visados

Máxima eficiência

Máxima eficiência

Máxima eficiência

Satisfação do trabalhador

Eficiência satisfatória

Máxima eficiência

Eficiência e eficácia

POLÍTICAS

política da gestão operacionaliza as orientações estratégicas da empresa em atividades concretas que podem ser integradas no contexto de uma cadeia de valor.

As políticas de gestão serão diferentes consoante a estratégia adotada. Para lidar com a incerteza, deve-se definir metodologias. Por fim, o controlo de gestão permite apurar o grau de sucesso da estratégia implementada e identificar as vias para renovar as práticas de gestão.

Depois da fase de planeamento e organização, temos o processo de implementação das orientações estratégicas delineadas que é feito sob a orientação política. De um modo muito simples, podemos assim dizer que a política estabelece “o que deve ser feito” e a estratégia “como deve ser feito”.

Em tempos, a ótica da política de gestão visava a utilização eficiente dos recursos para atingir os objetivos da organização e era centrada nas decisões para um momento concreto. Atualmente, os gestores não centram a sua atenção no dia de hoje, preocupam-se em antecipar o futuro e preparam-se para ele.

O nível de desempenho da empresa no mercado depende da sua capacidade de executar um conjunto de políticas de gestão que visam proporcionar valor aos clientes e bater a concorrência.

Assim, a política de gestão em conjunto com o controlo de gestão determina o grau de sucesso da organização.

A conceção da política de gestão inicia-se com a caracterização das diferentes atividades da cadeia de valor da empresa. Se a organização adotar uma estrutura funcional na base da sua hierarquia, as políticas de gestão devem ser concebidas de acordo com as suas funções mais importantes: Recursos Humanos, Investigação e Desenvolvimento, Operações, Marketing, Finanças e Sistemas de Informação. Por outro lado, se a organização optar por uma gestão por processos interfuncionais é necessário conceber políticas de gestão em linha com os processos genéricos de gestão das encomendas, desenvolvimento de produtos e satisfação das encomendas.

Em complemento, é ainda importante identificar as vias alternativas para lidar com as eventuais situações de incerteza na implementação das orientações estratégicas. Para tal, deve-se definir metodologias para lidar com a incerteza. Finalmente, o ciclo de gestão termina com o controlo de gestão onde podem ser avaliados os resultados da estratégia e as políticas de gestão adotadas. Podendo assim apurar o grau de sucesso da estratégia implementada e identificar as vias para renovar as práticas de gestão estratégica e operacional da empresa.





2019/02/23

Gig Economy

Freelance Economy, economia sob procura, economia dos "biscates" (Portugal) ou "bicos" (Brasil)


Fonte: https://www.pchalliance.org/news/what-does-gig-economy-mean-patients

É o ambiente ou o mercado de trabalho que compreende:  
  • os trabalhadores temporários e sem vínculo laboral (freelancers, independentes) e;
  • as empresas que contratam estes trabalhadores independentes, para serviços pontuais e isentos de regras como número de horas trabalhadas (o chamado “horário comercial”). 
O termo não é novo mas é uma tendência mundial na era digital, impulsionado por empresas como Uber, Airbnb e Amazon — esta última, mais ainda depois de criar o programa de entregas Amazon Flex, que paga entre 18 e 25 dólares para que o courier (serviço de entregas rápidas) entregue os pacotes

O trabalhador GIG ou "on demand" (nova nomenclatura da designada “economia de gratificação instantânea”). Trabalha e recebe, de acordo com a entrega; gere o seu tempo que estará diretamente ligado à sua capacidade de entrega, de desempenho, de competência e ao desejo ou motivação de gerar maiores ganhos financeiros. 
Na Economia GIG, não apresenta qualquer tipo de benefício ou direito trabalhista pois terminado o "objeto do contrato", a relação chega ao fim.
PIERRE KLEINHOUSE 🔗https://hbr.org/2018/03/thriving-in-the-gig-economy

Um estudo feito pelo JPMorgan Chase Institute revela que o número Gig Workers nos EUA cresceu 10 vezes desde 2012 e que 4% de adultos já trabalhou, pelo menos uma vez, nesse mercado. Um outro estudo, da Intuit Research, prevê que até 2020 a Economia GIG compreenderá 40% dos trabalhadores americanos. O texto Uber is just the tip of the iceberg: The gig economy isleveraging the human cloud (Uber é apenas a ponta do iceberg: a economia gig está a aproveitar a nuvem humana), recém-publicado na seção de finanças do Yahoo!, diz que a Gig Economy tem tudo a ver com flexibilidade: empregadores podem contratar trabalhadores, segundo procuras pontuais e em variados mercados e regiões, sem necessidade de ficarem confinados aos escritórios e cumprir horário fixo.

Quem inventou: Segundo o professor de Pós-Graduação e MBA em Marketing Digital da ESPM-SP, Ricardo Murer: "A Gig Economy não pode ser considerada uma invenção e deve ser entendida como uma confluência de fatores económicos, políticos e sociais. O termo ‘GIG’ aparece pela primeira vez numa peça de Jack Kerouac, de 1952, na qual ele narra um trabalho temporário realizado para ferrovia Southern Pacific, em San Jose, USA. É na década de 1950, também nos Estados Unidos, que a geração ‘beat’ vai aceitar qualquer tipo de trabalho parcial e sem vínculos como parte de uma experiência de vida. Portanto, a ideia não é nova.


Ler mais:
Gig economy. A nova moda do mercado laboral não serve a Portugal


2017/08/28

Gorjeta

Tip, propina, pourboire

Representa uma soma variável de dinheiro dado a quem presta um determinado serviço.

Cálculo: G = (S+C+M) / 300 x T
S: qualidade do serviço de mesa (0 a 10)
C: qualidade da comida (0 a 10)
M: localização da mesa (0 a 10)
T: valor total da conda
G: gorjeta
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gorjeta
Muito, pouco ou nada? 30-01-2016
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-01-03-Gorjeta.-Muito-pouco-ou-nada-
Dar ou não dar? (as diferentes práticas à volta do globo) 27-04-2016