Sharing Economy (Platform Economy, economia de plataformas)
É uma nova plataforma que está a mudar a maneira como os consumidores adquirem os produtos ou serviços, tornando mais fácil a partilha de produtos e serviços, de uma forma mais eficaz do que antes e a preços mais baratos.
É uma nova plataforma que está a mudar a maneira como os consumidores adquirem os produtos ou serviços, tornando mais fácil a partilha de produtos e serviços, de uma forma mais eficaz do que antes e a preços mais baratos.
É um conceito que pode trazer inúmeros benefícios.
Exemplos de plataformas (o seu acesso faz-se através de uma aplicação móvel (app) ou online):
- arrendamento de casas (Airbnb);
- dividir custos de viagens de carro com alguém que não se conhece (car-sharing), Uber;
- arrendamento de casas (Airbnb);
- dividir custos de viagens de carro com alguém que não se conhece (car-sharing), Uber;
- alugar ferramentas a um vizinho com quem nunca falámos antes;
- Via Verde Boleias, serviço promovido pela entidade rodoviária do mesmo nome, que se traduz numa relação de entreajuda entre passageiros e condutores; é uma plataforma de troca, um serviço de boleias ou carpooling, que promete beneficiar tanto passageiros como condutores. Os passageiros podem facilmente encontrar uma boleia para onde querem ir, poupar dinheiro numa viagem que de outra forma implicaria muitos custos e claro, viaja com companhia. Tem liberdade de conhecer os perfis dos condutores. Estes últimos encontram uma maneira de partilhar os custos da viagem, encher o carro e também pode ser os perfis dos passageiros. Outra grande vantagem é para o meio ambiente: não vai haver tanta necessidade de carros na estrada
- restauração/alimentação, serviço McDelibery - Uber Eats
- Younited Credit, financiamento colaborativo (crowdfunding)
Possibilita que qualquer pessoa possa disponibilizar o seu apartamento, o seu carro, as suas competências ou o seu tempo, de forma a conseguir um rendimento extra, o que é importante numa altura de tantas dificuldades financeiras.
- Via Verde Boleias, serviço promovido pela entidade rodoviária do mesmo nome, que se traduz numa relação de entreajuda entre passageiros e condutores; é uma plataforma de troca, um serviço de boleias ou carpooling, que promete beneficiar tanto passageiros como condutores. Os passageiros podem facilmente encontrar uma boleia para onde querem ir, poupar dinheiro numa viagem que de outra forma implicaria muitos custos e claro, viaja com companhia. Tem liberdade de conhecer os perfis dos condutores. Estes últimos encontram uma maneira de partilhar os custos da viagem, encher o carro e também pode ser os perfis dos passageiros. Outra grande vantagem é para o meio ambiente: não vai haver tanta necessidade de carros na estrada
(Fonte: https://www.e-konomista.pt/artigo/via-verde-boleias-como-funciona/?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=entity_ekpoupanca, acedido em 31/07/2018)
(Fonte: https://help.uber.com/pt_PT/h/fbf73e2a-c21f-4a48-8333-c874ae195fd1, acedido em 31/07/2018)
- Yescapa, airbnb de autocaravanas
(Fonte: https://marketeer.pt/2018/06/26/airbnb-das-autocaravanas-ja-chegou-a-portugal/, acedido em 31/07/2018).
- Younited Credit, financiamento colaborativo (crowdfunding)
(Fonte: https://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2018-08-03-A-plataforma-digital-que-nasceu-como-alternativa-aos-bancos-e-as-proprias-plataformas-digitais#gs.QJEQUF0, acedido em 03/08/2018)
Possibilita que qualquer pessoa possa disponibilizar o seu apartamento, o seu carro, as suas competências ou o seu tempo, de forma a conseguir um rendimento extra, o que é importante numa altura de tantas dificuldades financeiras.
No entanto, a economia colaborativa é uma questão que as políticas de proteção do consumidor têm de passar a contemplar, a nível nacional e europeu. Os consumidores têm de dispor de garantias para poder confiar neste conceito.
O desafio mais imediato, a nível político, é tentar compreender como é que as leis atuais se enquadram ou não neste contexto de atividades compartilhadas.
É algo que ainda não é muito claro. Se se apurar que as legislações existentes não oferecem uma proteção adequada, é necessário agir rapidamente no sentido de garantir a proteção dos consumidores que utilizem este sistema de economia colaborativa.
Adaptado, Guillermo Beltrà, responsável da Organização Europeia de Consumidores
Ler mais:
→ Transformação digital, setembro/2017
→ A economia das plataformas e do Estado-plataforma, junho/2018
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